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MCC - Músicos Cristãos Católicos recomenda:

quinta-feira, 31 de março de 2016

Pe Marcos lança CD "O Senhor é Rei" gravado ao vivo em São Paulo

Imagem: Reprodução/Divulgação/CD Cristão Mega Store

por informações CD Cristão Mega Store

#MCC | MÚSICOS CRISTÃOS CATÓLICOS - Carisma, alegria, canções dançantes, uma fé contagiante, uma voz marcante e um visual inspirado no eterno Rei do Rock, Elvis Presley. Esse é o Padre Marcos. O CD foi gravado na Paróquia Santíssima Trindade, em São Paulo. O álbum traz todo o clima das celebrações do “Padre Elvis”, que reúnem milhares de pessoas todas as semanas. “O Senhor É Rei” traz 13 canções que levam as pessoas a um encontro pessoal com Jesus Cristo. Entre elas, regravações de alguns dos grandes sucessos atuais da música católica, como “Respirar”, “Santo Nome”, “Pelo Nome” e “Sou um milagre”. Todas com novos arranjos e uma interpretação cheia de personalidade do Pe. Marcos.

E ainda as novas versões para grandes clássicos, como as canções “Derrama o teu amor aqui”, “Eu te chamo, Jesus, Vem Cantar (Hoje é tempo de louvar a Deus)” e “Maior motivo”, além, é claro, da faixa-título “O Senhor é Rei”.

O CD conta ainda com as participações especiais de Fábio Menegato, do cantor Thiago Costa, que participou do programa The Voice Brasil (TV Globo), e de Adriana Arydes, uma das mais importantes cantoras do meio católico no Brasil. Fechando o disco, um medley relembra alguns dos maiores clássicos da música cristã.

Clique AQUI para saber mais sobre este CD. Peça agora mesmo!

Santuário em Ação: Obra do Campanário

Imagem: Reprodução/Divulgação

por informações Jessica Fernandes - Santuário Nacional de Aparecida

#MCC | MÚSICOS CRISTÃOS CATÓLICOS - Em 2017 o Santuário de Aparecida celebra o jubileu dos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida e por isso estamos nos dedicando às obras de acabamento, construção e de manutenção do Santuário Nacional, Casa da Mãe Aparecida.

Entre tantos projetos, existe a obra do Campanário. Quer saber mais? Acompanhe a matéria com Jéssica Fernandes:

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Pe. José Weber receberá o Mérito Especial do Troféu louvemos o Senhor 2016

Imagem: Reprodução/Divulgação/RS21

por Fabiano Fachini | RS21

8ª Edição do maior Prêmio Nacional da Música Católica homenageará autor de canções litúrgicas da Igreja

#MCC | MÚSICOS CRISTÃOS CATÓLICOS - “Prova de amor maior não há que doar a vida pelo irmão”. Assim começa a canção do Pe. José Weber, SVD, homenageado da 8ª Edição do Troféu Louvemos o Senhor com o “Mérito Especial - Prêmio por uma vida inteira de realizações”.

No palco do maior Prêmio Nacional da Música Católica, Pe. José Weber receberá uma homenagem por sua dedicação e doação à música litúrgica.

Como compositor litúrgico, deu vida a centenas de canções que são entoadas em igrejas de todo o Brasil. Entre elas estão dois exemplos muito conhecidos: “Prova de Amor Maior não há” e “Eu vim para que todos tenham vida”.

Eu vim para que todos tenham vida,
que todos tenham vida plenamente.

Reconstrói a tua vida em comunhão com teu Senhor.
Reconstrói a tua vida em comunhão com teu irmão,
Onde está o teu irmão, Eu estou presente nele.

Padre José Weber contribuiu para que a Igreja no Brasil tenha dado passos significativos no campo da música litúrgica, enfrentando os desafios surgidos com a reforma litúrgica do Concilio Vaticano II.

Em valorização a “doação de sua vida pelos irmãos”, o Troféu Louvemos o Senhor homenageia Pe. José Weber com o Mérito Especial ao lado de artistas como: Pe. Zezinho (2009); Banda Agnus Dei (2011); Ir. Míria T. Kolling (2012); Waldeci Faria (homenagem Póstuma 2013); Frei Fabretti,ofm, (homenagem Póstuma 2014); Tia Lolita (2015).

Imagem: Reprodução/Divulgação/RS21

Biografia

José Weber, SVD, nasceu em Anitápolis (SC), em 1932. Ordenou-se sacerdote na congregação dos Missionários do Verbo Divino em 1959. Realizou estudos de canto gregoriano e composição em Roma (1959-1967), onde também foi bibliotecário do Pontifício Instituto de Música Sacra (1967-1983) e realizou trabalho pastoral em paróquias de periferia (1986-2010), como em Iguape (SP), junto à Pastoral dos Pescadores.

Troféu Louvemos o Senhor

Nos últimos anos, a música católica por meio dos seus compositores, cantores e músicos tem saído de dentro das igrejas e ido ao encontro do povo nos meios seculares, mostrando toda a riqueza da cultura, liturgia e o jeito do cristão viver a sua Fé.

Neste cenário surgiu em 2009 o Troféu Louvemos o Senhor, o maior Prêmio Nacional da Música Católica, organizado pela Associação do Senhor Jesus (ASJ), para premiar e valorizar aqueles que evangelizam com o Dom da música.

Transmitido por meio de um pool de emissoras de TV e rádio, o Troféu Louvemos o Senhor chega nas 27 capitais e nas 500 principais cidades brasileiras.

Datas da Premiação

As premiações da 8ª Edição do Troféu Louvemos o Senhor serão realizadas em duas datas:

10/05/2016 – Entrega dos prêmios dos campos Técnicos e Instrumentais (com transmissão ao vivo pela Rede Século 21);

18/05/2016 – Show de Premiação Artística (será realizado no Auditório Paulo Apóstolo, da Associação do Senhor Jesus, em Valinhos/SP. Será transmitida em pool pelas emissoras católicas de televisão, com sinal gerado pela Rede Século 21).

Os critérios de proclamação de um milagre: igreja faz questão da confirmação da ciência.

Imagem: Reprodução/Divulgação/Grupo Renascer

por informações Grupo Renascer - RCC

#MCC | MÚSICOS CRISTÃOS CATÓLICOS - A Igreja não afirma a ocorrência de um milagre apenas porque queira ou possa: ela submete a análise de cada suposto milagre a uma sequência criteriosa de etapas científicas, que incluem, por exemplo, comissões médicas para estudar cada alegação de cura cientificamente inexplicável.

É o caso da Comissão Médica Internacional de Lourdes, cuja metodologia é a mesma usada na investigação científica. Aliás, seus membros costumam citar o princípio de Jean Bernard: “Quem não é científico não é ético“. Não se trata de cair no cientificismo ou no positivismo por si mesmos, e sim de buscar a verdade com a clara consciência daquilo que a encíclica Fides et Ratio veio a sintetizar magnificamente:

“A fé e a razão são como as duas asas pelas quais o espírito humano se eleva à contemplação da verdade”.

OS 7 CRITÉRIOS DA CURA MILAGROSA

O cardeal Prospero Lambertini, que se tornaria mais tarde o papa Bento XIV (pontífice de 17 de agosto de 1740 até a morte em 3 de maio de 1758), detalhou as características do milagre do ponto de vista médico-científico na “De servorum beatificatione et beatorum canonizatione” (“A beatificação dos servos de Deus e a canonização dos beatos“), livro IV, capítulo VIII, 2-1734, definindo 7 critérios para o reconhecimento de uma cura extraordinária ou inexplicável:

  • A doença deve ter características de gravidade, com prognóstico negativo.
  • O diagnóstico real da doença deve ser certo e preciso.
  • A doença deve ser apenas orgânica.
  • Eventual tratamento não pode ter favorecido o processo de cura.
  • A cura deve ser repentina, inesperada e instantânea.
  • A retomada da normalidade deve ser completa (e sem convalescência).
  • A cura deve ser duradoura (sem recaída).

Os 7 critérios de Lambertini são válidos até hoje e esclarecem o perfil específico da cura inexplicável, garantindo que toda objeção ou contestação seja levada em ampla consideração antes de se atestar que uma determinada cura foi “não explicável cientificamente”.

DE 7.200 SUPOSTOS MILAGRES em LOURDES, SÓ 69 RECONHECIDOS

A seriedade das avaliações de supostos milagres pode ser percebida nos números relacionados ao santuário mariano de Lourdes, na França, o mais visitado do mundo por peregrinos em busca de cura física:  desde 1858, houve mais de 7.200 alegações de cura milagrosa, mas apenas 69 casos foram declarados efetivamente inexplicáveis do ponto de vista médico-científico até hoje.

O mais recente caso é o de Danila Castelli: ela foi curada em 1989, mas o reconhecimento formal da inexplicabilidade científica de sua cura só aconteceu em 2013; portanto, após 24 anos de estudos, disponíveis para a contestação da comunidade científica.

Já o primeiro caso reconhecido em Lourdes tinha sido a cura deCatherine Latapie, ocorrida poucos dias depois da primeira aparição de Nossa Senhora em Massabielle.

UM CASO DE IMPRESSIONAR

Um dos casos de cura mais impactantes que passaram pela Comissão Médica Internacional de Lourdes é o da religiosa Luigina Traverso (foto), curada repentinamente de uma lombociática incapacitante de meningocele no dia 23 de julho de 1965, após anos de tratamento médico e várias cirurgias que não tinham dado resultado.

Em 20 de julho de 1965, a irmã viajou até Lourdes em estado grave – aliás, os médicos tinham recomendado que ela não fizesse a peregrinação porque a viagem representava alto risco de morte.
Em 23 de julho, na passagem do Santíssimo Sacramento durante a celebração eucarística, a irmã Luigina relata ter experimentado uma súbita sensação de forte calor e bem-estar, acompanhada pelo “desejo de ficar de pé” – o que era impossível para ela havia meses. De repente, ela recuperou o movimento dos pés e deixou de sentir dor.

Em 24 de julho, acompanhada pela madre superiora, a religiosa caminhou sem ajuda alguma até a gruta de Lourdes para agradecer a Nossa Senhora. No mesmo dia, participou da via-crúcis dos peregrinos e subiu rezando até a quarta estação – a subida é íngreme. Ao longo dos dias seguintes, a irmã Luigina já estava ajudando a cuidar dos doentes que peregrinavam ao santuário.

Demorou até 2012 para que o milagre fosse reconhecido, cumpridas todas as rígidas etapas de estudos médicos e científicos e, por último, de análise por parte da Igreja.

Elisabete da Trindade, uma santa em canonização (e Dom Emanuele González García)

Capa do CD "Deixa-te Amar"
Imagem: Reprodução/Divulgação

por informações Missão Cefas

#MCC | MÚSICOS CRISTÃOS CATÓLICOS - O Papa Francisco recebeu em audiência na tarde da quinta-feira (03/03), no Vaticano, o Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, ao qual autorizou a promulgação dos decretos relativos a dois novos santos, entre eles a grande mística francesa Isabel (ou Elisabete) da Trindade, carmelita descalça, já beata.

Um pouco da história de vida de Elisabeth da Trindade

“Creio que no céu, minha missão será atraí as almas ao recolhimento de si mesma para aderirem a Deus, por um movimento inteiramente simples e amoroso, e guarda-las no grande silêncio interior que permite a
Deus imprimir-se nele e transforma-las n’Ele”.

Rolland , viram abalada a sorte do nascimento de sua primeira filha, os médicos constataram que o coração da pequena não batia mais e só se deteram em salvar a vida da mãe. Como bons católicos o sr. Catez, recorreu ao capelão militar que intercedesse pelo nascimento de sua filha, e na hora do santo sacrifício a pequena vem ao mundo.

Em 20 de fevereiro de 1883, nasce sua única irmã Margarida Catez.

Filha e neta de militares, Elisabeth trazia nas veias sangue de soldado pronto para a réplica. Até aos sete anos, sua infância foi caracterizada por grandes manifestações de cólera. Depois da morte do pai, ela melhorou um pouco, mais depois tudo volta novamente, sua mãe teve que ser forte e para educar sua filha a melhor maneira que encontrou foi, nega-lhe um beijo antes de dormir. Em 1 de janeiro de 1889, Elisabeth escreve a sua mãe; “Mãezinha querida, gostaria, ao desejar-te um feliz ano novo, de te prometer que serei bem ajuizada, muito obediente e que não te deixarei mais zangada, que não vou chorar mais e que serei exemplar para te dar prazer…” . Uma determinada determinação como fala Santa Teresa de Jesus, que será um ponto dominante na vida de Elisabeth.

Com oito anos Elisabeth já brilhava ao tocar o piano. A mãe sempre vigilante soube mantê-la na simplicidade.Aos treze, já havia ganhado seu primeiro prêmio de piano. Um jornal de sua cidade .Lê progrès de la Cote-d’Or, escreve em 8 de agosto de 1893: “A senhorita Catez, primeiro prêmio de piano, da classe do senhor Dietrich, foi aplaudida unanimente após a execução de Capriccio brilhant, de Mendelssonhn. É um prazer ver chegar ao piano esta jovem de apenas treze anos e que já é uma pianista distinta possuindo um excelente dedilhado, uma bela sonoridade e um verdadeiro sentimento musical. Um primeiro início como este permite fundar belas e grandes esperanças sobre esta jovem”.

Uma jovem que encantava ao tocar, mesmo nas festa aonde era solicitada, no carmelo porém como sabemos Elisabeth não voltará a tocar mais, porque ela mesma será para o divino artista, uma lira. “Esta alma vem a ser como uma lira nas mãos de Deus e todos os seus dons são como que outras tantas cordas que vibram para cantar, dia e noite,”o louvor de sua glória”.

Todos temos um dia marcante em nossas vidas e que jamais saiu de nosso coração, para Elisabeth este dia foi em 19 de abril de 1891, dia de sua primeira comunhão, a parti daqui ela começa a entender a grandeza da própria vocação. Se sente chamada a ser “Casa de Deus”. Uma vocação que amadureceu sempre mais, até chegar a consumação total em Deus. A determinação dessa criança, levou-a a dizer a uma amiguinha”Hoje não tenho fome, Jesus me saciou”. A tarde deste mesmo dia se dar a continuação dessa graça, junto com a mãe, vai visitar o Carmelo. Através da priora Madre Maria de Jesus, ela descobre o significado de seu nome , Elisabeth “Casa de Deus”. Para ela esse momento teve uma nota decisiva em sua vida, entende que era casa de Deus e procurou cultivar esse templo de uma maneira simples, sendo ela mesma, porque se deixou trabalhar por Deus, esse Deus que para ela era “Só Amor”.

Aos quatorze anos confessa, “durante uma ação de graças, senti-me irresistivelmente levada a escolhe-lo por único esposo, e sem demora, a Ele me liguei pelo voto de virgindade.Não trocamos palavras alguma, mas entregamo-nos um ao outro, com amor tão intenso que se tornou mais definitiva ainda a minha resolução de ser d’Ele exclusivamente”. Elisabeth viveu com fidelidade esse voto, mesmo sem confidenciar a ninguém a não ser o seu diretor espiritual. Esse amor esponsal se fez presente em qualquer lugar, mesmo dançando. Uma senhora disse; “Bem se via que ela estava totalmente tomada pelo Bom Deus e até meu filho encontrando-a numa festa, me disse; Vi, Elisabeth Catez. Tirei-a para dançar, mas tu sabes, ela não é como as outras. Mas por quer? Perguntei-lhe.Não sei. Mas, não é como as outras moças”.

Um dia depois da comunhão, Elisabeth, ouve no silêncio da alma a palavra “Carmelo”. Não duvidou do chamado divino. Diante de tal chamado Elisabeth não se assusta, não pede explicações abandona-se. No entanto ela é obrigada a esperar. “Meu Jesus, ah, quando poderei dar-me a vós? Tenho desejo de sofrer, de conduzir as almas para vós…(Diário 27, 07 de março de 1899). Mesmo sem a data marcada de sua entrada no carmelo, Elisabeth já vive essa vida de silêncio, fora dos muros da clausura. Quando seu segredo foi revelado a sua mãe, a sra. Maria Rolland, colocou obstáculo, até que se deixou vencer pelo desejo da filha, dando porém a tão desejada licença quando Elisabeth completasse 21 anos. Foram sete anos de espera, no entanto ela não perde tempo e se prepara com todo amor,para entrar ao carmelo.Procurando crescer ainda mais na intimidade com sua Amada Trindade. Enfim no dia 2 de agosto de 1901, Elisabeth entra no carmelo de Dijon, depois ela revela a sua irmã Margarida Catez.”Encontrei aquilo que procurava”.

Não podemos esquecer do papel importante que Maria teve na vida de Elisabeth, para ela , Maria é a porta do céu e que aprendeu dessa doce Mãe a estar aos pés da cruz, a ser a presa de Deus, e a ser virgem mãe. “Esta Mãe da graça vai formar minha alma, a fim de que sua filhinha, seja uma imagem viva de seu primogênito, o Filho do Eterno…”(UR 2)
Na vida comunitária Elisabeth sempre impressionou suas irmãs, com o seu contínuo sorriso e sua afável caridade e generosidade no relacionamento na vida comunitária.

Além dos grandes Santos do carmelo que tiveram na vida espiritual de Elisabeth uma grande importância, foi em São Paulo o grande Apóstolo, que ela descobre sua nova vocação de ser para Deus “Um louvor de Glória”, sua irmã de comunidade Ir.Maria Amada,partilhou com Elisabeth que tinha encontrado em São Paulo na carta aos Ef.1,12.”Deus criou-nos para Louvor de sua Glória”. Eis o novo nome de Elisabeth, ela mesma diz que assim que se chamará no céu.

Passemos para os últimos anos de Elisabeth no carmelo, no dia 1 de janeiro como é costume no carmelo de escolhermos um santo padroeiro, cai para Elisabeth no ano de 1906, São José e que muito a alegrou, disse ela no recreio.”É o padroeiro da boa morte,vem buscar-me para levar-me a Deus”.

Nesse mesmo mês Elisabeth acompanhou a comunidade num retiro pregado por um padre Jesuíta e este foi já uma preparação para sua entrada na via dolorosa. Mais tarde ela mesma confessa que sentia um cansaço, que sem o auxílio de Deus não teria suportado. “A oração era ainda o melhor remédio para o meu sofrimento”. Ninguém imaginava o que se passava com a serva de Deus, no entanto a doença de mal de Addison já estava em seu organismo. No meio da quaresma, graves sintomas no estômago se manifestava e nos primeiros dias que se seguiram à festa de São José, Elisabeth foi instalada na enfermaria. “Sabia que São José viria buscar-me este ano”.

Foram quase nove meses de sofrimento. “Quero ser uma humanidade de acréscimo”, dizia ela. Com o corpo todo consumido, Elisabeth foi para o seu Amado esta humanidade consumida em favor de sua igreja.

Numa carta enviada a sua mãe, ela diz;”Deus se compraz em imolar a sua pequena hóstia, esta missa, porém, que Ele reza comigo e cujo sacerdote é o seu amor, pode durar muito….”.

Sua Priora Madre Germana, já antecipando a partida próxima de sua filha espiritual, manifesta o desejo que Elisabeth anotasse no papel um memorial desta cara solidão.E do dia 16 a 30 de outubro de 1906, Elisabeth faz o seu retiro em preparação para o grande encontro e nos deixa por escrito o seu último retiro “Louvor de Glória”.Estas paginas, escritas durante cruéis sofrimentos e insônias, sob a pressão de dores tão vivas, que a carmelita se sentia desfalecer. “Ontem à noite, a minha alma estava numa espécie de desanimo, quando de repente, me senti como que invadida pelo amor”.

Suas palavras durante sua doença, revelam o grau de santidade que esta jovem chega e diz com sua vida até o último momento, que vale a pena se entregar ao amor.Até chegar a um estado de identificação com Jesus Crucificado. “Se Nosso Senhor me oferecesse a escolha entre a morte em um êxtase ou no abandono do calvário, eu a preferiria sob esta última forma;não pelo mérito, mas para O glorificar e a Ele me assemelhar”.

No final de Outubro com o estômago quase consumido, aceitava apenas alguma pedra de açúcar. Depois da festa de todos os Santos foi jejum absoluto. Elisabeth não podia nem mesmo engolir uma gota d’água.

No dia 1 de novembro foi sua última comunhão. No estado que estava não podia engolir nem mesmo um pedaço da Sagrada Hóstia, suas irmãs quando lhe falharam do grande sacrifício que devia ocasionar-lhe a privação de Deus.”Eu o encontro na cruz, dizia, é lá que Ele me dá sua vida”.

“É a Virgem, este ser todo iluminado, inteiramente puro da pureza de Deus, que me tomará pela mão para conduzir-me ao Céu, este Céu adorável”.

Enfim o tão sonhado dia chega 9 de novembro de 1906. Dias antes de morrer ela diz;”Eu vou para a Luz, para o Amor, Para a Vida”. Que a beata Elisabeth da Trindade nos ajude a encontrar o seu caminho do silêncio, para deixar somente Deus Trindade falar, este Deus que é todo Amor. “Ó meu Deus Trindade,que adoro”.

O Papa João Paulo II a proclama Beata em 25 de Novembro de 1984, fixando sua festa no dia 8 de novembro.

Ela nos deixou vários escritos espirituais, entre eles suas 291 cartas, 123 poesias, retiros “Como encontrar o céu na terra” e “Louvor de Glória”,bilhetes espirituais a diversas pessoas, diário espiritual, Excursões no Jura, Tudo isso reunido no livro Chamado Obras completas de Elisabeth da Trindade. E sua conhecida Elevação escrita em 21 de Novembro de 1904. (por informações http://www.comshalom.org/elisabeth-da-trindade/)

quinta-feira, 3 de março de 2016

Site de formação online para jovens

Imagem: Reprodução/Divulgação/RS21

por Fabiano Fachini | RS21

Dezenas de cursos de qualidade e valor duradouro para que a caminhada de fé seja de muita espiritualidade, oração, catequese e formação

MCC - Músicos Cristãos Católicos - “Precisamos de Santos sem véu ou batina. Precisamos de Santos de calças jeans e tênis. Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos”. Esse foi o convite do Santo Padre o Papa João Paulo II, em carta aos jovens. E para estes jovens que buscam a santidade no dia a dia, a Educação a Distância Século 21 disponibiliza um site de formação online com diversos cursos a distância para toda a juventude católica.

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Imagem: reprodução/Divulgação/RS21

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