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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

TROFÉU LOUVEMOS O SENHOR: INSCRIÇÕES ENCERRADAS


Imagem: Reprodução/Internet

por Fabiano Fachini

Mais de 100 artistas católicos de todo Brasil se inscreveram na 6ª Edição do maior prêmio nacional da música católica

Encerradas as inscrições para a 6ª Edição do Troféu Louvemos o Senhor. Entre os dias 13 de janeiro e 21 de fevereiro, mais de 100 artistas católicos de todo Brasil se inscreveram no maior prêmio nacional da música católica. Agora, o material será encaminhado aos jurados e em breve estará disponível para o Voto Popular.

De artistas famosos a jovens bandas independentes, o Troféu Louvemos o Senhor de 2014 recebeu centenas de inscrições. “Todos, democraticamente, em pé de igualdade, buscando mostrar por intermédio deste evento o seu talento, a sua criatividade e a nova maneira que encontraram para espalhar através da música a Boa Nova do Reino de Deus”, destaca o Diretor Musical do evento João Mourão.

“Queremos servir a Igreja. E neste Troféu Louvemos o Senhor estamos servindo e celebrando a música católica brasileira. Percebemos tantos valores e a excelente qualidade da nossa música, que por isso realizamos anualmente uma grande celebração premiando os que mais se destacaram”, afirma o Fundador da Associação do Senhor Jesus (ASJ) e Idealizador da Rede Século 21, Pe. Eduardo Dougherty,sj.

Já passam de 900 inscrições em seis anos do Troféu Louvemos o Senhor. Cantores, Bandas designers gráficos dos projetos e muitos outros profissionais participam do Troféu para mostrar ao mundo seu talento e sua forma de evangelizar por meio da música católica.

A Comissão Organizadora do Troféu Louvemos o Senhor e a produção do prêmio começam agora uma nova etapa: separar os CDs e DVDs inscritos nas 31 categorias e, em seguida, encaminhar todo este material para os jurados.

Entre os dias 28 de fevereiro a 30 de março de 2014, serão avaliados os participantes da 6ª Edição do Troféu Louvemos o Senhor pela Comissão de Jurados. De acordo com o regulamento do Troféu, “os jurados serão escolhidos pela Comissão Organizadora do evento e o júri constituído por pessoas com conhecimento de música e/ou da doutrina católica”.

Segundo João Mourão, conforme publicado no Regulamento do Troféu, os jurados serão conhecidos pelo público no dia 23 de maio. “Os jurados são profissionais das áreas de música: produção musical, música litúrgica, produção de música católica, cantores e profissionais do canto, arranjadores e profissionais ligados a todas as áreas de música secular e religiosa”, acrescenta.

Os jurados votam em 18 categorias distribuídas em 5 campos de premiação: Vocal, Pop/Rock, Especial, Litúrgico e Técnico.

As categorias votadas pela Comissão de Jurados são:

CAMPO VOCAL – TRÊS CATEGORIAS:

o   Interprete Masculino
o   Interprete Feminino
o   Grupo Vocal

CAMPO POP/ROCK – TRÊS CATEGORIAS

o   Melhor Banda
o   Álbum Rock
o   Álbum Pop

CAMPO ESPECIAL – CINCO CATEGORIAS

o   Artista Revelação (Cantor, Cantora, Grupo Vocal ou Banda)
o   Álbum Instrumental
o   Álbum Alternativo
o   Álbum Independente
o   DVD Independente

CAMPO LITÚRGICO – DUAS CATEGORIAS

o   Álbum Litúrgico
o   Canção Litúrgica - (Premia Compositor e Interprete)

CAMPO TÉCNICO – CINCO CATEGORIAS

o   Gravação Álbum
o   Gravação DVD
o   Melhor Produtor
o   Melhor Arranjador
o   Melhor Projeto Gráfico

Após o voto dos Jurados, 12 categorias estarão disponíveis para o Voto Popular, divididas nos campos Geral e Instrumental, em que o público poderá escolher os melhores trabalhos por meio do voto no site oficial do evento, o www.trofeulouvemos.com.br.

As 12 categorias votadas pelo público são:

CAMPO GERAL – sete categorias

o   Música do Ano - (Premia Compositor e Interprete)
o   Cantor Solo
o   Cantora Solo
o   Cantor de Banda
o   Cantora de Banda
o   Personalidade Artística do Ano
o   DVD do Ano

CAMPO INSTRUMENTAL – cinco categorias

o   Melhor Guitarrista
o   Melhor Baixista
o   Melhor Baterista
o   Melhor Tecladista
o   Outros Instrumentistas

O site oficial do evento, o www.trofeulouvemos.com.br e as redes sociais no Twitter e Facebook continuam atualizadas, e com material exclusivo sobre o Troféu Louvemos o Senhor e a música católica.

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10 MOTIVOS PARA ESTUDAR NO CURSOS 24 HORAS

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

show de Dôdi



Serviço:
Show de Dôdi
Dia: Sábado, 15 de março de 2014
Ingressos antecipados R$ 15 + CD grátis
Adquira em http://dodi.mus.br/loja/

Sbre Dôdi

O primeiro CD de Dôdi apresenta 14 faixas autorais e 2 faixas de parceiros na amizade e na música. O CD foi produzido de Agosto de 2012  à Novembro de 2013 por Ronaldo Rossato do estudio Bonham e Dôdi. Conta com participações especiais e marca o reencontro de Dôdi com a sua voz e principalmente a música, pois ao ficar tetraplégico em 2009, esteve no hospital lutando por sua vida, sem conseguir emitir nenhum som porque um respirador eletrônico chamado Carina era o fator principal que preparava seus pulmões, junto com a fisioterapia e principalmente a vontade de Deus , para que ele voltasse para Casa e consequentemente voltasse a cantar com uma nova, bela e desafiadora bagagem de vida, como resume o ensaio a seguir. Leia +

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10 MOTIVOS PARA ESTUDAR NO CURSOS 24 HORAS

Curso de formação prepara animadores vocacionais missionários

Imagem: Reprodução/Pontificias Obras Missionárias

Por Jaime C. Patias - Pontificias Obras Missionárias

O Centro Cultural Missionário (CCM) com sede em Brasília (DF) promove, nos dias 24 a 28 de março, mais um curso de formação para animadores vocacionais missionários. Com tema “Caminhos para construir cultura vocacional hoje, como expressão de uma Igreja em estado permanente de Missão”, a formação destina-se a lideranças religiosas e leigas animadores vocacionais e missionários.

http://www.pom.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2768%3Acurso-de-formacao-prepara-animadores-vocacionais-missionarios&catid=16%3Anacionais&Itemid=75

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10 MOTIVOS PARA ESTUDAR NO CURSOS 24 HORAS

Encontro de Carnaval 2014 em Osasco (SP)

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Acolhida, fazendo a diferença na Igreja


Como está sendo recepcionado um novo e desconhecido membro recém chegado?

Temos uma preocupação muito grande em convidar, nos louvores fazemos muito isso. É muito importante ficar atento para o fato de que, por sermos uma Igreja com muitos membros podemos correr o risco de conhecer apenas os que participam do mesmo grupo de pastoral ou movimento. Quanto aos outros, nem temos o cuidado de conhecermos.

Já presenciei fatos desagradáveis, entre um deles foi a de um fiel frequentador em uma determinada Igreja durante um ano e permaneceu praticamente um anônimo no meio da multidão dos fiéis, só pelo fato de não estar engajado em nenhuma atividade da Igreja passou despercebido.

E assim, acontece com muitos. Alguns estão sempre presente nas missas, em adorações, muitas vezes é dizimista, tem os filhos na catequese, mas, por incrível que possa parecer continua um desconhecido e se ele se ausentar dificilmente será notado.

A pergunta é, o que pode acontecer com o novato, que foi convidado, deixado dentro da Igreja a própria sorte, ou até mesmo aquele que tem uma certa dificuldade de relacionamento social, ou aquele outro que se sente cheio de cerimônias e acanhado quando chega pela primeira vez em nossa Igreja?

Lá fora ele está habituado a um relacionamento mais caloroso na sua rua, no trabalho, ou em qualquer outro lugar, ao chegar à Igreja e perceber uma certa frieza do ambiente, fatalmente se sentirá deslocado. Então começa pular de igreja em igreja à procura de uma acolhida melhor e mais calorosa. Ali, onde foi mal recebido, com certeza não volta jamais.

E em sua peregrinação a procura de "igrejas", em um determinado dia sente-se bem recebido e valorizado. A tendência é sentir-se realizado tendo pessoas ao seu lado com quem possa se relacionar e, junto, louvar e servir a Deus.

Após essa descoberta, irá permanecer ali. Passará a ouvir a Palavra, a louvar e se tornará um membro ativo, ao menos enquanto não sofrer nenhuma decepção.

O ''piercing'' de Jesus

Imagem: Reprodução/Internet

''O 'piercing' salvou a minha vida''

Por mais esquisito que possa parecer, existem escritos do Vaticano, em inglês, nos quais a palavra "pierce" é usada para falar da perfuração dos pregos nas mãos e nos pés de Jesus e até mesmo da lança que transpassou Seu corpo, justamente porque essa palavra, em inglês, significa cortar, furar, transpassar. Veja um exemplo:

"He tells of his cruel agony, his last words: "All is accomplished!" (Jn 19,30), and the PIERCING of his side with a spear by a Roman soldier” (Ele nas últimas palavras de sua cruel agonia disse: “Tudo está consumado” e seu peito foi transpassado pela lança do soldado romano) (cf. Remarks by of John Paul II after completing the stations of the cross, 1999, § 2).

Na tradução católica americana da Bíblia (The New American Bible), indicada pelo Vaticano, podemos encontrar em diversos trechos a palavra “pierce”, observe:

- Isaías 53, 5 But he was PIERCED for our offenses, crushed for our sins (…)
(Ele foi transpassado por nossas ofensas, triturado por nossos pecados).
- João 19,37 And again another passage says: “They will look upon him whom they have PIERCED” (E outra vez diz a escritura: “Verão aquele que transpassaram”).
-Lucas 2, 35 (and you yourself a sword will PIERCE) (...e a ti uma espada te transpassará)

Na Europa há uma camiseta divulgada por um grupo de cristãos, que se fosse distribuída no Brasil causaria estranheza a muitos. Nessa camiseta está escrito: “Body piercing saved my life” (“O ‘piercing’ salvou a minha vida”) e acompanha um desenho dos cravos nas mãos de Jesus.

Sabemos que há várias religiões pagãs que incentivam seus seguidores a furar o corpo para adorar seus deuses como os hindus e os astecas. Não dá para comparar o significado do piercing de Jesus com o desses povos, pois são absolutamente diferentes e com significado religioso distinto. Fica esquisito dizer que aqueles que usam o “adereço” se lembram do Mestre de Nazaré e de sua doutrina, ainda que estejam inseridos na cultura inglesa e conheçam a palavra “pierce” e suas derivações. Da mesma forma, é arriscado dizer que todos aqueles que usam esse “enfeite” estejam adorando aos falsos deuses.

Há alguns meses um amigo meu que acabara de colocar um piercing na língua e outro na sobrancelha me perguntou:
_E daí, Diego? Por quê você não coloca um piercing?
E eu respondi a ele falando os meus “porquês” de optar por não usar o tal “brinco de língua” ou de sobrancelha. No passado tive desejo de colocar piercing, mas desisti por causa de algumas coisas “básicas” e óbvias.

Ao buscar me informar sobre as complicações de ter um “objeto estranho” no meu corpo, acabei encontrando, na época, informações como estas da BBC, uma respeitada agência de notícias:

"Um estudo realizado nos Estados Unidos revela que cerca de 20% das pessoas que usam piercing sofrem, mais tarde, de complicações médicas. Os cientistas da Universidade Pace, em Pleasantville, em Nova York, analisaram 454 estudantes universitários da cidade entre fevereiro e maio de 2001. O uso pode levar a uma série de problemas, como sangramentos, infecções e formação de uma cicatriz.

Se o piercing for feito com material não esterilizado, os efeitos podem ser ainda piores - e há o risco de a pessoa contrair doenças graves como hepatite C, AIDS e septicemia. ‘O piercing mostrou ser popular entre estudantes universitários analisados, e há uma parcela importante deles que tem complicações médicas depois’, disse o doutor Lestes Mayers, da Universidade Pace."*

Existem muitas outras pesquisas que me mostraram as possíveis complicações de colocar um piercing na língua como a que foi realizada pelo dentista Artur Cerri, da Faculdade de Odontologia da Universidade de Santo Amaro (Unisa). Dr. Cerri e sua equipe fizeram biópsia em 60 pessoas que usavam piercing há pelo menos dois anos, e constataram que 40% apresentavam inflamação crônica acentuada na porção da língua em que ficava o adorno.

"Do total de voluntários, 12 tinham lesões em estágio mais avançado, com perda da camada de células que recobrem a língua e exposição dos tecidos mais profundos. ‘Em ambos os casos, as lesões podem desaparecer após a retirada do piercing ou podem se transformar em tumor benigno e até maligno’”, explica Cerri. "O risco de câncer aumenta mais ainda para quem fuma ou bebe", completa. O estudo, feito em colaboração com Plínio Santos, do Departamento de Patologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), detectou três casos em que os pacientes tinham lesões pré-cancerosas  em outras palavras, que poderiam virar câncer a qualquer momento. Segundo Cerri, a movimentação do adorno metálico na língua é a causa das alterações celulares que podem originar o tumor. "Como as lesões são microscópicas, pode levar muito tempo para que sejam detectáveis a olho nu", diz."**

Além de todas essas complicações é bom pensar bem antes de colocar um piercing, pois o que parece “proclamação de independência e autonomia” pode ser a revelação de uma insegurança muito grande. Às vezes nossa necessidade de se proclamar independente e quebrar as regras demonstra nossas fragilidades e incertezas diante do futuro e de tudo que está à nossa volta.

Prefiro ser eu mesmo, ainda que às vezes tenha que nadar “contra a maré” e quebrar as regras que minha turma quer me impor. Sou livre para ter opinião própria e não ser manipulado pelo “grupo”. Meu amigo optou por colocar o piercing e eu apesar de não achar bom para ele, aceitei e o respeitei. Acredito que ele também tenha entendido minha opinião, pois me ouviu, me respeitou, e nós continuamos amigos. Hoje, ele não usa nenhum tipo de brinco nem na orelha, nem na língua, muito menos na sobrancelha; conversamos sobre essa situação e rimos muito.

Não é proibido ser diferente, mas seja você mesmo, não um mero joguete nas mãos das grandes agências de publicidade que empurram “jeitos” e mais “jeitos” de ser. “Ver, julgar e agir” é uma receita famosa que funcionará com todo adolescente e jovem que quiser ser diferente de verdade e contrariar os caminhos propostos pela massa, pela “cultura de massa”.

Que o ”piercing” de Jesus, seus cravos, sua cruz, sejam sinais para lembrarmos o grande amor que Deus tem por nós! Esse amor é apaixonadamente radical!

por Diego Fernandes - Comunidade Canção Nova, publicada em 13/10/2008


São Columbano: homem de grande cultura e rico de dons de graça

São Columbano - Imagem: Reprodução/Internet

O Papa Bento XVI dedicou a Audiência Geral desta quarta-feira a São Columbano, um monge irlandês do século VI que nutriu as raízes cristãs da Europa ao evangelizá-la e que com seu esforço e trabalho apostólico mostra que é a partir delas que deve renascer o Velho Continente.

Este santo nasceu em 543, na província de Leinster, ao sudeste da Irlanda, ingressou aos 20 anos ao monastério de Bangor. Aos 50 anos deixou a ilha com 12 companheiros para iniciar "uma obra missionária no continente europeu, onde por causa da emigração de povos vindos do Norte e do Leste, amplas zonas cristianizadas tinham voltado para paganismo", destacou o Santo Padre.

O Pontífice explicou que seu trabalho deu muito fruto em novas vocações para o qual foi necessário fundar outro monastério em Luxeuil, onde o Santo escreveu a "Regula monachorum" que descreve a imagem ideal do monge; e onde "introduziu no continente a confissão privada e a penitência, que devia ser proporcional à gravidade do pecado cometido".

"Por sua intransigência com todas as questões morais, entrou em conflito com a casa real, porque tinha admoestado duramente ao rei Teodorico por suas relações adúlteras" e em 610 foi expulso de Luxeuil junto com todos os monges irlandeses, "que foram condenados a um exílio definitivo", prosseguiu Bento XVI.

Seguidamente narrou como, devido a uns problemas durante a navegação, o navio encalhou a pouca distância da praia e os monges voltaram para terra. Mas em vez de retornar a Luxeuil "começaram uma nova etapa evangelizadora", primeiro em Tuggen (Suíça) e depois na parte oriental do lago Constanza. Ao chegar a Itália, São Columbano teve que confrontar "notáveis dificuldades: a vida da Igreja estava rasgada pela heresia arriana, que ainda prevalecia entre os longobardos, e o cisma que tinha separado a maior parte das Igrejas da Itália setentrional da comunhão com o Bispo de Roma".

Neste contexto, o Santo irlandês "escreveu um libelo contra o arrianismo e uma carta ao Papa Bonifacio IV para convencê-lo de que se comprometesse decididamente em restabelecer a unidade".

Columbano, continuou Bento XVI, "fundou em Bobbio um novo monastério que chegaria a ser um centro de cultura comparável ao famoso monastério de Montecasino. Aqui transcorreu seus últimos dias: morreu em 23 de novembro do 615 e nessa data é comemorado no rito romano até hoje".

"A mensagem de São Columbano se concentra em uma firme chamada à conversão e ao desapego das coisas terrenas em vista da herança eterna. Com sua vida ascética e seu comportamento sem compromissos frente à corrupção dos poderosos, evoca a figura severa de São João Batista. Sua austeridade, entretanto, solo é o meio para abrir-se livremente ao amor de Deus e corresponder com todo o ser aos dons recebidos Dele, reconstruindo em si a imagem de Deus e ao mesmo tempo trabalhando a terra e renovando a sociedade humana", explicou o Santo Padre.

Finalmente, Bento XVI destacou que São Columbano foi um "homem de grande cultura e rico de dons de graça, seja como incansável construtor de monastérios, que como pregador penitencial intransigente, dedicou todas suas energias a alimentar as raízes cristãs da Europa que estava nascendo. Com sua energia espiritual, com sua fé, com seu amor a Deus e ao próximo se converteu em um dos pais da Europa, que nos mostra hoje onde estão as raízes das quais pode renascer nosso continente".


“DANÇA” LITÚRGICA - A LITURGIA “DANÇADA”

Imagem: Reprodução

Louvem seu nome com danças (Salmo 149,3); Louvai-o com dança e tambor...(Salmo 150,4)

No documento A Liturgia Romana e a Inculturação da Congregação para o Culto Divino (1994) lemos sob o n. 42 O Documento da Congregação para o Culto Divino A Liturgia Romana e a Inculturação; A 4ª Instrução para uma correta aplicação da constituição conciliar sobre a liturgia. O nº 42 fala precisamente da dança e vamos comentar A liturgia dançada é fruto direto da reforma litúrgica oriunda do Concílio Vaticano II na linha da inculturação. Após o Concílio, os africanos foram os primeiros a começar a dançar a liturgia. Em 1989, os Bispos do Brasil autorizam a dança na missa, com a aprovação do documento 43, Animação da Vida Litúrgica no Brasil (nn. 83, 207, 241) :

"Em certos povos, o canto é instintivamente acompanhado do bater de mãos, de movimentos ritmados e de passos de dança dos participantes”.

Pelo seu jeito natural de ser, certos povos costumam acompanhar o canto com gestos do corpo,
O canto é a referência fundamental. A dança, pois: bater das mãos, movimentos ritmados e passos de dança. Neste caso, acrescenta o documento, poderão fazer o mesmo na liturgia, não para fazer “show” mas como jeito cultural de orar e celebrar.

“Tais formas de expressão corporal podem ter lugar na ação litúrgica desses povos, na condição de serem sempre expressão de uma verdadeira e comum oração de adoração, de louvor, de oferta ou de súplica e não mero espetáculo"

Através do corpo e pelo corpo, a comunidade expressa louvor, adoração e súplica na liturgia. O texto inclui a dança como uma forma entre outras de expressão corporal. No caso da dança, não se trata evidentemente de introduzir danças de fora para dentro da liturgia, e sim de celebrar, não só com a voz do canto, mas também com o corpo e até movimentos ritmados de dança. É dançar a liturgia, é liturgia dançada; e não dança na liturgia!

a) faz parte do processo de inculturação, pois “Em certos povos, o canto é instintivamente acompanhado”, na visão mais ampla da participação do corpo na liturgia, “expressão corporal” que se dá através do bater das mãos, de movimentos ritmados do corpo e passos de dança.

Condições: ser oração comum: ou seja, um jeito de comunidade expressar a sua oração de louvor, adoração, oferta, súplica, mas também ação de graças, arrependimento, etc. A oração que brota do coração da comunidade se expressa pelo corpo e com o corpo. É a liturgia dançada, é dança ritual quando o próprio rito é dançado. É a celebração litúrgica com uma expressão nova mais inculturada e não” mero espetáculo” na liturgia. Em e se prepara para exercer esse serviço Para ajudar a assembléia, em geral existe uma equipe pode que exercer o ministério da dança litúrgica. Para tanto, é claro, necessita uma formação específica: a) teórica: e de estudo: princípios de liturgia e dança, leitura orante iniciação à espiritualidade bíblica e litúrgica, sentido e princípios de liturgia e de dança, reflexão sobre dos textos da liturgia para entrar com o corpo na espiritualidade do domingodo. b) prática: escolha/criação ou adaptação de passos que vão ajudar a comunidade a celebrar a partir das músicas escolhidas pela equipe de liturgia; ensaio e avaliação. Antes da celebração, há que se fazer um último ensaio em clima de oração.

É desejável que os componentes deste ministério usem uma veste própria: distingue e acrescenta um ‘toque’ especial à beleza da celebração. Pode ser o tipo bata colorida até os joelhos, usada por cima das vestes tanto por homens quanto mulheres (as mulheres usam uma saia longa debaixo). Outros preferem vestes longas, dançar descalços etc.

Na Eucaristia, as procissões de entrada, evangelho e ofertas são momentos naturais para passos ritmados, enquanto que o Glória, Santo, Rito penitencial e Salmo responsorial permitem outro tipo de expressão oracional dançada.

Encontramos hoje dois estilos principais de dança litúrgica com variantes. 1. Os passos, os gestos das mãos e do corpo visam, sobretudo, acompanhar o ritmo da música. A inspiração vem das danças das culturas tradicionais, danças de grupo, repetidas, mais rituais. É o jeito de dançar na África e na Ásia, dos grupos indígenas, das danças folclóricas etc...

Por ser um ministério litúrgico, os integrantes deveriam participar da celebração em lugar adequado na assembléia ou no presbitério, de onde sairiam apenas nos momentos previstos. Evitar entrar só para dançar e sair em seguida (para a sacristia), à maneira de figurantes.

Quando dançar na missa? Os momentos mais adequados são 1º nas procissões rituais da entrada dos ministros, da aclamação ao Evangelho levado ao ambão, na procissão das ofertas e, eventualmente,durante a saída dos ministros; 2º no Glória e no Santo 3º em outros momentos: rito penitencial, salmo, como meditação após a comunhão etc.

Estilos de dança. Olhando a prática da dança litúrgica em diversos países, aparecem duas linhas principais com ramificações:
1. Passos inspirados da cultura tradicional. É o modo característico de África dançar e que o texto analisado acima tem em vista. Passos e movimentos ritmados do corpo com gestos das mãos acompanham o do ritmo de acordo com a cultura local. Podem ser danças em duas fileiras com passos simples, repetidos, sincronizados onde todos fazem a mesma coisa. No contexto do Nordeste, danças regionais, como ciranda, maracatu, xaxado etc., podem servir de inspiração para adaptar os passos à liturgia. A experiência de grupos negros, com inspiração nas congadas, afoxé ou ritos afro, parece favorecer uma dança menos sincronizada, cada participante dança do jeito que lhe parece melhor ao ritmo da música.

2. Passos e gestos procuram expressar o sentido do canto. A inspiração de base vem da. dança clássica ou contemporânea. Está mais presente na América do Norte, também em igrejas evangélicas. É uma Os coreografia mais elaborada, pensada para comunicar sentimentos, teatral. Pode até exigir uma formação mais profissional de bailarino(a) e sapatilhas. Uma variante no Brasil é a “é o que chamamos de expressão corporal” usada também com crianças. A coreografia simples, sem gestos rebuscados que não exige treinamento muito complicado, e procura dar expressão plástica a um Salmo, um Rito penitencial, etc. uma parábola bíblica com fundo musical a um canto etc. e emoções.

Tem grande força de comunicação, porque participa de critérios mais teatrais onde se busca diretamente passar emoções e sentimentos, o que não existe, da mesma maneira, nas danças tradicionais. Existe uma expressão corporal ainda bem mais simples, também bastante difundida quando a assembléia acompanha, apenas com alguns gestos, a letra dos cantos. Ajuda muito na participação ativa, especialmente com assembléias de crianças.

Conclusão.

A Dança litúrgica é uma possibilidade que exige discernimento e prudência pastoral, pois não temos ainda tradição de dançar a liturgia. A dança, ou mesmo a escolha de novos passos, pode criar resistência numa comunidade e levantar críticas. É preciso escutar, respeitar as sensibilidades religiosas, a formação das pessoas ter a humildade de reconhecer os erros para procurar fazer melhor. Se a dança for capaz de expressar interioridade a beleza, ajudará a celebrar melhor abrindo os corações para o mistério de Cristo que se faz presente nos sinais da celebração.

Fonte: Formação Litúrgica em Mutirão - CNBB Rede Celebra - Revista de Liturgia

A origem do sinal da cruz

Imagem: Reprodução
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo

Nos primeiros séculos, o cristianismo tinha como principais símbolos o pão, o vinho e o peixe. A partir do século 4, a cruz tornou-se o principal ícone devocional, e o sinal da cruz foi gradualmente se difundindo na prática religiosa cristã. Também teria ganhado prestígio após a polêmica sobre a natureza de Jesus, no século 5. Inicialmente era feito apenas na testa. A prevalência do sinal maior, abrangendo todo o corpo, teria comecado no século 9 por orientação do papa Leão 4.

Fonte: Fernando Altemeyer, teólogo, e Enciclopédia Católica


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

ÚLTIMA SEMANA DE INSCRIÇÃO PARA O TROFÉU LOUVEMOS O SENHOR

Imagem: Reprodução/RS21
por Fabiano Fachini

Inscrições para a 6ª Edição do Troféu Louvemos encerram dia 21 de fevereiro


Atenção artistas, bandas independentes e gravadoras: inscrições para a 6ª Edição do Troféu Louvemos o Senhor encerram na próxima sexta-feira, dia 21 de fevereiro. As inscrições devem ser feitas pelo site oficial do evento, o www.trofeulouvemos.com.br.

Dezenas de inscrições já foram cadastradas e a Comissão Organizadora do Troféu Louvemos o Senhor aguarda receber muitos contatos de artistas católicos nesta última semana. “Nos últimos dias as inscrições quase dobram”, destaca o Diretor Musical do evento João Mourão.

Durante a inscrição, todos devem ficar atentos ao regulamento e orientações da Ficha de Inscrição. Nesta 6ª Edição do Prêmio, quatro novas categorias foram elaboradas para melhor premiar os artistas católicos: Gravação DVD, Cantor de Banda, Cantora de Banda, Outros Instrumentistas.

A inscrição online é uma novidade da 6ª Edição do Prêmio. Basta o artista ou gravadora preencher a ficha e enviar pelo correio os CDs ou DVDs indicados de acordo com as categorias inscritas.

A grande noite de premiação será no dia 28 de maio, às 20h00, nos estúdios da Associação do Senhor Jesus, em Valinhos SP, com transmissão pela Rede Século 21 e emissoras parceiras.

No dia 10 de abril terá início o processo de Voto Popular, por meio do site www.trofeulouvemos.com.br, em que os internautas irão votar nos artistas indicados em diversas categorias. Nas últimas cinco edições (2009 a 2013), o Troféu Louvemos o Senhor recebeu mais de 800 inscrições. A cada edição do evento foram premiados em média 82 artistas em mais de 20 categorias.

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