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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Hoje, 04 de agosto, é Dia do Padre

Escrito por Dom Zeno Hastenteufel, da Diocese de Novo Hamburgo (RS)  

Em todos os anos, o mês de agosto é para nós católicos o mês das vocações, onde nós refletimos sobre a vocação no padre (no 1º domingo), sobre o pai, sobre a vida religiosa, sobre a vocação do leigo e a vocação do catequista (na ordem, a cada domingo).

O primeiro domingo é dedicado ao dia do padre por causa da celebração da memória de São João Maria Vianey, que celebramos no dia 04 de agosto, e neste ano celebramos os 150 anos da morte do Santo Cura d´Ars e por isso mesmo, o nosso Papa instituiu o Ano Sacerdotal, por ser Vianey o Padroeiro de todos os padres.

Este domingo, dia do Padre, e todo este Ano Sacerdotal querem nos lembrar a importante e decisiva missão do sacerdote, na vida da Igreja e na celebração dos sacramentos. É certo que o sacerdócio está vinculado com a Eucaristia desde aquela noite, da quinta-feira santa. Jesus instituiu a Eucaristia e, para que houvesse a continuidade, na mesma hora ordenou os doze primeiros sacerdotes, com as famosas palavras: “Fazei isto em memória de mim”. Assim podemos dizer que nasceu o sacerdócio do contexto do amor, logo após o lava-pés, e na véspera de sua paixão, demonstrando também o vínculo com o Sacrifício da Cruz, que sempre de novo renovamos na Eucaristia.

Já a liturgia deste domingo, continua aprofundando o tema da Eucaristia. Tudo começa com o povo murmurando contra Moisés e Aarão, por estarem no deserto, passando fome.

A palavra “murmurar” está muito bem empregada. É de fato um som que se emite sem mexer muito com os lábios. É quase de boca fechada que as pessoas murmuram. Em geral falam mal de alguém. Quando querem falar mal do padre, também murmuram. Não querem que ninguém ouça, mas que se espalhe a notícia. Isto é murmurar!

Deus não entra no murmúrio. Ele responde com atos e não com palavras. Faz então aparecer o maná. Pode até ter sido uma planta rastejante, que produzia um fruto redondo e branco, parecido com o merengue. No entanto, os mais fanáticos logo começaram a dizer: “É o pão que cai do céu”. Talvez não tenha caído do céu, mas veio fartar a fome.

No Evangelho, é Jesus que diz: “Em verdade, em verdade eu vos digo, não foi Moisés quem vos deu o pão que veio do céu. É meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu. Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo” (Jo 6,32-33). E por fim, Jesus acrescenta: “Eu sou o verdadeiro pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede” (Jo 6,35).

Este verdadeiro pão do céu, hoje está vinculado ao sacerdócio. É o sacerdote que pode transformar pão e vinho no corpo e sangue de Jesus Cristo. Rezemos pelos nossos padres.
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