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#MCC - Calmaria - Alexandre Privato

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MCC - Músicos Cristãos Católicos recomenda:

quinta-feira, 31 de março de 2011

Banda Archangellus - Faz Chover


Uma das bandas que vem se destacando no mercado da música católica é a Archangellus, da cidade de Olinda (PE). Veja o clip da Música "Faz Chover" cantada no show de lançamento do 1° CD, no Teatro Guararapes, Centro de Convenções.


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Retiro católico És Precioso (RJ)

Retiro És Precioso
Data: 1/4/2011 - Hora: 18h

Onde Será?
Rua Olinda Ellis, 433 - Campo Grande
Rio de Janeiro - RJ


Contato
Ministério de Cursos Shalom RJ
(21) 3251-4831 / 9892-0339
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RESTAURA MINHA CASA SENHOR!
Data: até 15/04 (Todas as quintas)
Hora: 19h30
Local: Rua Toninhas, 01 - Campo Grande - Santo Amaro - São Paulo - SP
Contato: (11) 5631-7015
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PONCE ORLANDO - ESTE É O MEU CORPO, ESTE É O MEU SANGUE



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Vídeo relatando o início da banda Tribos de Jacó




A Banda Tribos de Jacó pertence à Igreja Católica e nasceu em meio à juventude da Comunidade Católica Shalom, na cidade do Recife - PE, em Dezembro de 2007.

Evangelizamos por meio da música em muitos ritmos jovens, tais como swingueira, axé, frevo e reggae e temos como meta unir as pessoas no caminho perfeito: Jesus Cristo. Nossa fundamentação Bíblica: Isaías 49, "...restaurar as Tribos de Jacó...". Não somos o verbo. Jesus é o nosso verbo. Eles nos restaura e nos capacita na evangelização.
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quarta-feira, 30 de março de 2011

Eu Defendo a Minha Fé

No dia 6 de março, o Grupo de Jovens Jobuc, reuniu cerca de 100 jovens para refletir sobre a fé católica e como defendê-la.
A partilha da fé católica se iniciou com a celebração da santa missa onde os jovens, juntamente com a comunidade católica de Margate,  partilharam o Corpo de Cristo, motivo central da nossa fé. 
O Papa João Paulo II tinha um carinho muito especial pelos jovens e, durante sua vida escreveu muito aos jovens. João Paulo II sabia que no jovem está o tesouro do futuro, tanto da sociedade, como da humanidade e da Igreja.  Carinhosamente, ele se dirigiu os jovens dizendo que: “... o cristianismo não é uma opinião e não consiste em palavras vãs.  O cristianismo é Cristo! É uma Pessoa, é o que Vive! Encontrar Jesus, amá-lo e fazê-lo amar: eis aqui a vocação cristã.”
Somente à partir desse encontro particular e pessoal com Jesus é que cada jovem é capaz de livremente se entregar totalmente a Deus amando-o e, defendendo a fé através do seu testemunho pessoal. 
Durante o dia, através das palestras, das partilhas, da música e do teatro, cada jovem pode experimentar e compreender que é necessário passar por um processo de adesão total a Deus para poder defender a fé.
E esse processo envolve um relacionamento pessoal com Cristo, que aceita cada jovem assim do jeitinho que é, de calça jeans, de tênis, que vai ao cinema, que ouve música e passeia com os amigos e que vive uma espiritualidade inserida em nosso tempo.
É na juventude que os sonhos desabrocham, é nessa fase da vida que o jovem quer mudar tudo e todos. Com certeza, essa é uma fase que faz a diferença!
Mas, é imprescindível lembrar que “Deus faz a diferença. Mais ainda: Deus nos faz diferentes, nos faz novos” (Bento XVI).
O dia 6 de março marcou a vida de muitos jovens que com os corações abertos deixaram Deus fazer a diferença em suas vidas.
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4º Torneio de Futsal - Comunidade Católica do Apostolado Brasileiro

torneio de futsal

Inscrições até o dia 7 de Abril

Reunião e Sorteio dos Jogos
Quinta-Feira, 7 de Abril às 19H em Somerville, MA
Contato: Hércules Werneck (978)201.9936

Fonte: Apostolado Brasileiro em Boston
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Ministério Anunciação - Ensina-me

Com mais de 10 anos de caminhada na RCC na diocese de Santo André-SP e com 3 anos da formação atual da banda, o ministério de música Anunciação lança seu primeiro trabalho, intitulado “Ensina-me”, nome da primeira faixa do CD.

A equipe que se iniciou como Grupo de Oração da RCC, na Capela São Francisco de Assis, pertencente à paróquia Nossa Senhora. do Paraíso e tinha como maior expressão de evangelização a realização de encontros de jovens com Cristo, que já chegou a reunir 4 mil jovens e sempre teve um cuidado especial com a música, projetando-se mais na musicalidade do que os outros grupos e bandas da região.

Grande parte do CD é composto por músicas cantadas por todos, com influencia soul. A obra explora bastante seus 7 cantores que, com timbres diferenciados, cantam solo e em coro para anunciar o Senhor com beleza e elevar as almas ao louvor e à adoração.

Diversificando as faixas desde voz solo e piano até músicas com vastos arranjos instrumentais e vocais, o CD agrada tanto aos ouvintes que querem orar, quanto aos apreciadores de música.

Conta ainda com participações especiais de nomes renomados no meio musical católico, como o de Maércio Lopes (guitarrista) e Juninho (baterista).

Os membros do Ministério são unidos pelo carisma de “Ser a presença da Ação transformadora do Espírito Santo através do Louvor, Pregação e Adoração”, e sempre à disposição do Senhor possuem a autoria de algumas músicas que estão no CD. As outras composições foram cedidas por amigos próximos dos integrantes.

Num contexto geral, as composições levam esperança aos ouvintes, falando do Deus que está presente, que não falha e que está ao nosso lado, poderoso e ressuscitado.

O trabalho levou muito mais que 3 anos para ser realizado, porque sempre foi um sonho de seu líder de louvor, Edson Melo, e juntamente com o CD, está o sonho de que as músicas cheguem aonde o ministério não vai conseguir chegar ou não chegou ainda.


Fonte: CD Cristão - Mega Store
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terça-feira, 29 de março de 2011

Convite Frente Parlamentar: Deputado Federal Eros Biondine

Prezado (a) amigo (a),


“Podem esses ossos secos voltarem a vida? Profetiza, pois, sobre eles, para que voltem a viver!" (EZ 37, 3-4)

         No mundo em que vivemos, com desafios e epidemias próprias deste tempo, a sociedade e as famílias passam por momentos de grande vulnerabilidade e grave risco, trazidos pelo mal das drogas. Diante desta triste realidade, as instituições que acolhem os dependentes químicos, bem como as APAC's, que trabalham a recuperação dos privados de liberdade, apresentam-se como resposta e motivo de esperança para o Brasil.


         A Frente Parlamentar em Defesa das Comunidades Terapêuticas, Acolhedoras e APAC's, surge como elo entre a sociedade, o governo e as entidades de recuperação. 



        E você que nos ajuda na construção de um Mundo Novo é nosso convidado de honra na Instalação da Frente.


Raiz dos problemas nas celebrações: falta de formação litúrgica


padre Gregório Lutz
Entrevista com o padre Gregório Lutz SÃO PAULO, domingo, 20 de março de 2011 (ZENIT.org) - “Na raiz de todos os problemas que encontramos em nossas celebrações litúrgicas, e também desta falta de espiritualidade, está a insuficiência da formação litúrgica”, afirma o padre Gregório Lutz CSSp. Doutor em liturgia e autor de vários livros sobre o tema, padre Gregório Lutz concedeu esta entrevista a ZENIT.

ZENIT: A ‘Sacrosanctum Concilium’, no número 7, diz; "com razão se considera a Liturgia como o exercício da função sacerdotal de Cristo". Poderia nos explicar, por favor?

Pe. Gregório Lutz: As palavras citadas do documento do Concílio Vaticano II  sobre a Liturgia  são as primeiras da frase talvez mais importante de todo este documento. Muitos consideram esta frase como  uma definição de Liturgia. Parece-me que junto com estas palavras devemos logo considerar pelo menos  ainda as últimas desta frase que nos dizem quem é este Cristo que na Liturgia exerce o seu sacerdócio: É o Cristo todo, cabeça e membros. Para entendermos bem tal afirmação do Concílio Vaticano II, é bom lembrar o pano de fundo, diante do qual ela foi feita: Era a compreensão da Liturgia como ritual externo, como conjunto de cerimônias, como rubricas e prescrições que regulamentam as celebrações. Além disso, como celebrantes da Liturgia  consideravam-se somente os ordenados, sobretudo os padres e os bispos, ao passo que os leigos assistiam às celebrações, mas não tinham parte ativa nelas. Pelo movimento litúrgico que se considera ter começado em 1909, esta compreensão da liturgia se corrigiu em muitas cabeças, mas sabemos que ela existe ainda hoje.

Já o Papa Pio XII tinha declarado, no ano de 1947, em sua encíclica ‘Mediator Dei’ sobre a Liturgia: "Estão ... muito longe da verdadeira e autêntica noção da sagrada Liturgia aqueles que a julgam como sendo apenas a parte externa e sensível do culto divino, fazendo-a consistir no aparato decorativo das cerimônias; e não erram menos os que a têm como simples conjunto de leis e regras com que a hierarquia eclesiástica manda ordenar a execução dos ritos sagrados" (nº 23 da edição  ‘Documentos Pontifícios’ da Editora Vozes, de 1963). De modo positivo, o Papa Pio XII deu, no mesmo documento, a seguinte definição de Liturgia: "A Sagrada Liturgia é ... o culto público que o nosso Redentor rende ao Pai como Cabeça da Igreja e que a sociedade dos fiéis rende ao seu fundador e, por ele, ao Pai eterno; ou, em breves palavras, é o culto integral do Corpo Místico de Jesus Cristo, isto é, da Cabeça  e dos membros" (nº 17).

Esta encíclica aprovou amplamente aquilo pelo qual os protagonistas do movimento litúrgico tinham lutado e que na consciência e na prática celebrativa de muitos católicos e comunidades já tinha sido assumido: Liturgia não é só o ritual que o clero realiza, mas é Jesus Cristo, nosso Sumo Sacerdote no meio do seu povo sacerdotal e com os membros do seu corpo místico celebrando a obra divina de salvação da humanidade. O Concílio Vaticano II, como suprema instância da Igreja, ratificou esta visão da Liturgia e colocou as balizas para a reforma litúrgica que devia facilitar que todos que no batismo foram ungidos sacerdotes, pudessem celebrar a Liturgia, participando dela ativa, externa e interna, consciente, plena e frutuosamente, e assim exercer o seu direito e dever como povo sacerdotal (cf. SC 14), em lugar de apenas assistir da nave da igreja ao que o clero faz no altar. Conforme o Concílio, os fiéis devem até aprender "a oferecer-se a si próprios, oferecendo a hóstia imaculada, não só pela mãos do sacerdote" (SC 48).


ZENIT: "Qualquer celebração litúrgica é, por ser obra de Cristo sacerdote e do seu Corpo que é a Igreja, ação sagrada por excelência, cuja eficácia, com o mesmo  título e no mesmo grau, não é igualada por nenhuma outra ação da Igreja" (SC 7). Como o senhor vê o protagonismo advogado por muitos sacerdotes e também por leigos nas celebrações litúrgicas?

Pe. Gregório Lutz: Pelo Concílio Vaticano II a Igreja católica queria retornar às suas fontes, não por uma tendência arqueologística, mas para voltar a ser a Igreja autêntica de Jesus Cristo. Já que a Igreja é formada por pessoas humanas que nem em tudo são perfeitas, não todas as evoluções ao longo dos séculos eram positivas, para melhorar a Igreja. O mesmo aconteceu com a Liturgia. A meta da reforma litúrgica era voltar à liturgia romana clássica, como ela foi criada e existia nos séculos 5 a 7. A Liturgia desta época era tipicamente romana, quer dizer, simples e sóbria. Nela se expressava o mistério celebrado em palavras e gestos concisos, sem enfeites supérfluos que ofuscam o essencial das celebrações. Os livros litúrgicos que temos daquela época nos mostram isso claramente.

Os responsáveis pela elaboração dos novos livros litúrgicos, depois do Concílio Vaticano II, pensaram também que os  ritos e as orações de tal liturgia pós-conciliar, elaborada em Roma para a Igreja inteira, devesse e pudesse facilmente ser adaptada nas diversas partes e culturas do mundo. Isso, no entanto, quase não aconteceu, nem no Brasil. Por isso, sobretudo a celebração da missa, para muitos, fiéis e padres,  foi percebida como seca e fria, de algum modo como esqueleto sem carne. Então, para se conseguir uma liturgia "mais quente e com carne", surgiu uma rica criatividade, mas com muita frequência sem critérios válidos para uma liturgia autêntica. Tal criatividade, que antes deterioriza as celebrações em lugar de facilitar o mergulho das assembleias no mistério de Cristo, se devia e se deve sobretudo à falta de formação litúrgica do clero e dos fiéis. Ainda pior são os resultados de tais iniciativas quando os seus protagonistas pensam que são peritos competentes para criar a "sua" liturgia e não lembram que são apenas administradores  da  liturgia da Igreja, que nos vem de Cristo e dos apóstolos,  mas da qual não somos os donos. Estes amadores não têm consciência de que são ministros, isto é, servidores na Igreja e na assembleia litúrgica, para que o povo de Deus possa, com sua ajuda, celebrando fazer sua a salvação que Cristo operou, cuja memória fazemos na Liturgia.  

ZENIT: O senhor considera que há um certo descuido e até mesmo falta de espiritualidade séria que leva a abusos e banalização da Liturgia hoje no Brasil?

Pe. Gregório Lutz: Assim como, infelizmente, muitos dos nossos irmãos padres e leigos não têm consciência da função de Jesus Cristo como "celebrante principal" da Liturgia, muitos também não  sabem que nas ações litúrgicas tudo acontece "pela força do Espírito Santo" (SC 6). Espiritualidade diz de fato respeito à presença e ação do Espírito Santo em nosso ser e agir como membros da  Igreja e, particularmente, na Liturgia. É verdade que o Espírito Santo sopra onde quer e, certamente no campo da Liturgia ele estava presente em muitas das iniciativas próprias e características da Igreja no Brasil. Mas, sobretudo quando uma pessoa acha que só ela possui o Espirito Santo ou, pior ainda, quando ela se acha dono da Liturgia, deve-se duvidar que o espírito, no qual age, seja o de Deus. Em verdadeira espiritualidade trabalha quem entende os ministérios ou qualquer serviço dentro da Liturgia ou ligado a ela, no espírito de Jesus, que é o de servir gratuitamente, para que os outros tenham vida; neste espírito a pessoa se esforçará na medida do possível e para uma Liturgia  autêntica. Acho que devemos reconhecer que também no Brasil nem todos os agentes de pastoral litúrgica têm esta espiritualidade e que esta falta é causa de abusos e banalizações que de fato também existem entre nós. Neste contexto, eu gostaria de lembrar mais uma vez que na raiz de todos os problemas que encontramos em nossas celebrações litúrgicas, e também desta falta de espiritualidade, está a insuficiência da formação litúrgica.

ZENIT: Como cuidar do esmero e da beleza da Liturgia?

Pe. Gregório Lutz: Tenho a impressão que particularmente em comunidades de população pobre é difícil, por um motivo bem concreto, que se percebe sobretudo na construção e arrumação dos espaços litúrgicos: A comunidade de pobres já fica contente se tem um espaço para suas reuniões celebrativas, se este ambiente tem um aperfeiçoamento como o têm suas próprias casas. Quando há as paredes com  janelas e portas e um telhado, está tudo bem, já porque não há condições para conseguir mais, como reboco e pintura. O mesmo estou observando na construção de igrejas e capelas e suas instalações. Todavia, quando se consegue aperfeiçoar a construção e a torná-la fora e dento mais bonita, isso se sente como algo agradável para a comunidade e também conveniente para a casa Deus.

Ora, quando a comunidade tem a sensibilidade e possibilidade de tornar o seu salão, sua capela ou igreja mais bonita, existe o perigo de trazer enfeites que não ajudam a sentir melhor o mistério que em nossas igrejas se celebra. Antes, às vezes são elementos que desviam a atenção do essencial que acontece na assembleia litúrgica, ou até são de mau gosto. Sempre a comunidade deve poder reconhecer o seu espaço celebrativo como seu. A solução também aqui me parece ser uma formação adequada. Em primeiro lugar seria necessário tentar elevar o nível humano e cultural da comunidade, depois ajudá-la a aprofundar sua fé em geral e particularmente com respeito à Liturgia; então será mais fácil despertar uma sensibilidade melhor também para o esmero e a beleza da Liturgia.

ZENIT: A ‘Sacrosanctum Concilium’, ao mesmo tempo em que enfatiza a primazia do canto gregoriano "como canto próprio da liturgia romana" (nº 116), mas também "aprova e aceita no culto divino todas as formas autênticas de arte, desde que dotadas das qualidades requeridas" (nº 112), pede que "se guarde e se desenvolva com diligência o patrimônio da música sacra" (nº 114). O senhor considera que se vê em nossas celebrações litúrgicas o cuidado e qualidade artística que se deveria ter com a música sacra?

Pe. Gregório Lutz: Eu pessoalmente acho uma pena que nas "minhas comunidades" (extremamente carentes, de periferia) não podemos cantar o canto gregoriano, e me alegro que por exemplo no mosteiro de São Bento no centro de São Paulo há todo domingo a missa principal com canto gregoriano, e  uma grande assembléia de pessoas da cidade participa desta missa. Mas onde não se sabe latim, tal canto não ficaria louvor vazio dos lábios, que Deus detesta? O mesmo vale, em ambientes semelhantes de população carente, para a polifonia clássica. Sei que às vezes pode ser participação de alguma maneira ativa também o mero ouvir de uma melodia que ajuda a entrar no mistério de Cristo. No entanto, "o canto sacro, baseado em palavras, faz parte necessária e integrante  da liturgia solene" e a música sacra exerce uma "função ministerial ... no culto do Senhor" (SC 112) .

Outra questão se levanta a respeito do cuidado e da qualidade artística do que se canta geralmente  em nossas assembleias litúrgicas no Brasil. Penso que devemos ter cuidado não somente com a qualidade artística do nosso canto, mas também com sua função litúrgica. A este respeito não há nenhum modelo melhor do que o próprio canto gregoriano, enquanto sua letra é totalmente integrada na liturgia e sempre bíblica ou pelo menos de inspiração bíblica. Sendo de uma assembleia, o canto não deve ser individualista, nem totalmente subjetivista ou até sentimental. Evidentemente não deve faltar uma boa qualidade artística na letra e na melodia. Que sob todos estes aspectos muitas vezes o canto em nossas celebrações deixa a desejar, não é segredo. No entanto, para superar estas deficiências, em geral não será uma solução voltar ao canto gregoriano ou investir só na polifonia clássica. Ambas estas formas de canto não precisam ser banidas totalmente das nossas comunidades simples, menos ainda das igrejas em lugares de classe média ou alta. Mas, em todos estes casos, é mister sobretudo a formação de todos, especialmente de cantores e instrumentistas, para que o canto e a música, que podem tanto ajudar a  mergulhar no mistério que  celebramos, possam cumprir sua missão que o Concílio Vaticano II  lhes atribui.

ZENIT: Poderia nos falar, por favor, dos trabalhos de tradução do novo Missal?

Pe. Gregório Lutz: No ano de 2002 foi publicado em Roma uma nova edição do Missal. Novo é nele, em comparação à edição anterior, a introdução de algumas memórias de santos recentemente canonizados, e orações sobre o povo no fim de todas as missas dos dias de semana da Quaresma. Este Missal, evidentemente editado em latim, deve ser traduzido para as línguas modernas dos diferentes povos do mundo, também para o Brasil, que não adotará a tradução feita para os outros países de língua portuguesa. Já que a maior parte dos textos desta edição é em latim idêntica aos da  edição anterior, estes precisam apenas de uma revisão. Para tradução e revisão, a Congregação para o Culto Divino, em Roma, publicou uma instrução especial.

Enquanto consta,  em nenhum país este trabalho de tradução e revisão foi terminado no prazo estabelecido de cinco anos a partir de 2002. No Brasil, a comissão que foi encarregada deste serviço está terminando a sua tarefa até a páscoa deste ano. Mas, o que nós, três padres e um leigo, fazemos aqui em São Paulo, deve ser visto e eventualmente corrigido ou melhorado por uma comissão de cinco bispos, e  depois ser  apresentado à assembleia geral do bispos do Brasil, para aprovação. Este trabalho dos bispos está ainda longe de ser terminado. Depois da aprovação pela assembleia geral dos bispos, o texto vai ser enviado a Roma, para  exame e confirmação pela Congregação para o Culto Divino. Só com esta confirmação o novo Missal poderá ser editado no Brasil. É impossível dizer quando isso será. Certamente vamos ter que esperar ainda alguns anos.

(Alexandre Ribeiro)
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FABIANO OLIVEIRA CONCORRENDO AO TROFÉU LOUVEMOS O SENHOR




 3ª Edição do Prêmio Nacional da Música Católica TROFÉU LOUVEMOS O SENHOR

Vamos participar votando nos nossos artistas e nas nossas músicas, enfim, prestigiando o artista e as canções católica que tanto tem crescido e tem alcançado tantos corações. Acesse o link:  http://www.tvseculo21.org.br/trofeu2011/


Fabiano
Oliveira está concorrendo ao Troféu na categoria Albúm Independente. Essa categoria não receberá voto popular, será avaliada exclusivamente por jurados escolhidos pela Comissão Organizadora. 


Quem é Fabiano Oliveira?

Nascido em 1975 na cidade de Campos dos Goytacazes, Estado do Rio de Janeiro, Fabiano Oliveira iniciou sua história na música ainda na infância. Uma trajetória tocando em bares, shows e eventos em geral. Ainda na música secular, gravou seu primeiro CD com sua banda trazendo a ele muita experiência musical.

Em 1995, depois de inúmeras viagens tocando e cantando no meio secular, se converteu ao Catolicismo, onde esta até hoje. Já fez participações em shows de vários artistas católicos, como Eugênio Jorge, Eros Biondini, Márcio Todeschini, Davidson Silva, Celina Borges, Toca de Assis e outros nomes da música católica. Foi membro da Comunidade Católica Shalom durante seis anos, onde cresceu em Espiritualidade e Humanidade. E, coordenou o Ministério das Artes da Renovação Carismática Católica da Diocese de Campos/RJ.

Depois de passar por várias bandas católicas, sentiu um chamado de Deus para fazer carreira solo. Hoje, Fabiano Oliveira é casado e pai de um filho. Coordena Grupo de Oração, Canta em Missas, faz shows como Cantor Católico e anima encontros e retiros.

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segunda-feira, 28 de março de 2011

O Celibato Clerical

Antes de mais nada, é preciso dizer que o celibato de padres e freiras, bem como de todos aqueles que fazem voto de castidade perante Deus e a Igreja, não é um Dogma (matéria de fé), mas apenas uma norma disciplinar interna da Igreja.

Como tal, a Igreja poderá alterar esta disposição (como já fez) ao longo do tempo. Da mesma forma, não há obrigação para que os católicos concordem incondicionalmente com tal regra. No entanto, devido a tantas confusões que o público faz quando se trata do assunto, é interessante saber porque a Igreja optou pelo celibato de seus religiosos.

Na verdade, os clérigos optaram por um outro tipo de matrimônio: um casamento com a Igreja. Assim, um sacerdote, que não tem os deveres de pai e toda as preocupações que são inerentes a um chefe de família, pode se dedicar plenamente a sua paróquia, a sua missão de evangelizador.

Dos doze apóstolos, três eram casados (incluindo São Pedro, o primeiro Papa), mas nove eram celibatários. O próprio Jesus Cristo se manteve casto.

Com o tempo, os bispos e presbíteros da Igreja vão percebendo que esta condição mais próxima de Cristo era também a mais eficaz para o trabalho de evangelização. De fato, um pai de família não tem o mesmo tempo para cuidar da messe que um solteiro. Sem falar em outras questões, como a necessidade de se deslocar de uma região para outra.

Neste sentido, é que em 303 d.C. o Concílio de Elvira (Espanha) recomenda o celibato como norma para os religiosos. Na verdade, o Concílio apenas foi de encontro a uma realidade que já se fazia presente na Igreja.

Da mesma forma que várias instituições têm suas normas internas, a Igreja também as têm, com todo o dever e legitimidade para tanto. Ninguém é obrigado a ser padre, freira ou monge, mas caso decida por esta bela opção de vida, sabe das responsabilidades que está para assumir. Mutatis mutandis, é como quem decide entrar para as forças armadas: sabe das restrições que esta decisão implica, e mesmo dos riscos (tipo ser chamado para a guerra), mas se o faz, entende-se que há um ideal maior a justificar.

Haveria ideal maior do que procurar servir plenamente a Cristo?

Quanto a simples alegações dizendo que "o celibato vai contra a natureza do homem", tal não pode ser considerado, a menos que queiramos reduzir o homem a uma função meramente sexual, quase animalesca, esquecendo que se trata de um ser inteligente, dotado de alma e de ideais. E quanto não foram os exemplos de homens e mulheres que viveram feliz em sua condição de celibatário?

O exemplo típico é o de Santo Agostinho, que antes vivera em concubinato e, depois de converso ao Catolicismo, chega a exaltar o celibato, até mesmo de forma um tanto exagerada.

Mas para não ficarmos apenas no Cristianismo (o que já é mais do que suficiente), devemos lembrar do próprio Gandhi, que deixou a mulher para melhor lutar pelo ideal de libertação de sua pátria.

O que a sociedade moderna não entende é este "contra-testemunho" de pessoas que insistem em se manter castas, quando tudo "conspira contra", a começar pelos meios de comunicação em massa, que elegeram o sexo como um elixir mágico para todos os males.

Obviamente o sexo em si não é algo condenável. Pelo contrário, faz parte do Matrimônio, Sacramento da Igreja, exercendo a função de complementação entre o homem e a mulher, bem como a geração da vida. Funções, aliás, bem mais nobres do que outras que a sociedade moderna elegeu como justificativas das libertinagens a que hoje assistimos.

Mas, e a Bíblia, o que diz?

Os fundamentalistas em uma ponta, e os liberais em outra, dizem que o celibato é condenado pelas próprias Escrituras.

Neste sentido, citam versículos do tipo: "Crescei e multiplicai-vos". Ora, este é um mandamento para a humanidade em geral, e não para cada indivíduo. Se fosse assim, João batista, Cristo, São Paulo e boa parte dos apóstolos estariam, de cara, desobedecendo uma das recomendações que consta logo no início da Bíblia.

O próprio Cristo em Mt 19, 12 exalta o celibato:

"Pois há homens incapazes para o casamento porque assim nasceram do ventre da mãe; há outros que assim foram feitos pelos homens, e há aqueles que assim se fizeram por amor do reino dos céus. Quem puder entender, que entenda".

Quem puder entender, entenda...!

Mas Cristo continua: 
"E todo aquele que deixar casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou campos por amor de meu nome, receberá cem vezes mais e possuirá a vida eterna." (Mt 19,29)

São Paulo endossa tal posicionamento:
Quisera que todos os homens fossem como eu; mas cada um tem de Deus a sua própria graça; este uma, aquele outra. Contudo, aos não-casados e às viúvas eu digo: é melhor para eles que permaneçam como eu." (1Cor 7,7-8)

Ou ainda:
"Estás ligado a mulher? Não procures a separação. Estás livre de mulher? Não procures mulher." (1Cor 7,27)

"Eu vos quereria livres de cuidados. O celibatário cuida das coisas do Senhor, de como agradar ao Senhor. O casado deverá cuidar das coisas do mundo, de como agradar à sua mulher, e assim está dividido. A mulher não casada e a virgem só se preocupam com as coisas do Senhor, com ser em corpo e em espírito. Porém a casada se preocupa com as coisas do mundo, como agradar ao marido. Isto vos digo para vossa conveniência, não para vos armar um laço, senão olhando ao que é melhor e ao que vos permite unir-vos mais ao Senhor, livres de impedimentos." (1Cor 7,32-35)

Por outro lado, quando São Paulo recomenda a São Timóteo que "o epíscopo tem o dever de ser irrepreensível, marido de uma só mulher, sóbrio, prudente, modesto, hospitaleiro, capaz de ensinar" (1Tim 3,2) não está obrigando São Timóteo a casar. Nem podia: um celibatário escrevendo para outro, mandando-o casar? Não faz o menor sentido!

O que São Paulo diz é para São Timóteo ser diligente na escolha de novos bispos, já que estes precisam ser pessoas exemplares para a comunidade. Só. Quem ler o trecho bíblico citado, com um mínimo de sensatez, não pode dar outra interpretação.

Se há clérigos que, infelizmente, não cumpriram os seus votos, isto não pode ser usado como desculpa para dizer que o celibato é imprestável, inviável, etc. Se fosse assim, toda e qualquer lei devia ser abolida, em respeito a seus infratores!
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Dom Aquila: como a Igreja deve exercer sua autoridade?

Dom Samuel Aquila
Convida sacerdotes a dizerem a verdade apesar da impopularidade

FILADÉLFIA, quarta-feira, 23 de março de 2011 (ZENIT.org) - O bispo de Fargo, Dakota do Norte (EUA), exortou os sacerdotes a imitarem o exercício da autoridade de Jesus e a não terem medo de corrigir os outros no serviço à verdade.

Dom Samuel Aquila (foto) lançou este apelo na última sexta-feira, na Filadélfia, durante o discurso de abertura do 10º Simpósio anual sobre a espiritualidade e identidade dos sacerdotes diocesanos, que foi patrocinado pelo Instituto de Formação de Sacerdotes e pelo Seminário São Carlos Borromeu.

"Desde o Concílio Vaticano II, tanto o mundo como a Igreja vivem tempos difíceis, em que a autoridade é questionada e o seu exercício se torna uma tarefa difícil", disse o prelado.

Observou que "hoje há ceticismo, dúvidas, dissidências e desafios que agem contra o exercício da autoridade".

"Dentro da Igreja, isto é particularmente difícil, já que a cultura secular mina qualquer autoridade atribuída a Deus e faz do homem um deus", reconheceu o bispo.

"Ainda que estejamos no mundo - continuou ele -, não somos do mundo, somos de Cristo; e a autoridade deve ser exercida como Jesus a exerceu: ao serviço do Pai, da verdade e daqueles que estão sob nossos cuidados."

Comunhão com Cristo

Ele ressaltou que isso deve ser feito "em uma profunda comunhão interior com Cristo", que significa "pôr de lado opiniões pessoais e olhar com os olhos e o coração de Cristo".

"Nós, bispos e sacerdotes, como ato de amorosa obediência a Cristo, devemos voltar ao pleno exercício da autoridade de Cristo, testemunhada no Evangelho", disse o bispo.

E acrescentou: "Se não usarmos esta autoridade, hesitarmos em exercê-la ou a colocarmos em dúvida, então isso só nos levará a deixar nas mãos do pai da mentira as mentes e corações dos fiéis, e estes continuarão se movendo nos caminhos do homem, não nos de Deus".

"Jesus é o pastor que nos ensina, como bispos, sacerdotes e futuros sacerdotes, como se deve viver a sua autoridade pastoral, que Ele e o Espírito Santo nos outorgam no dia da nossa ordenação", recordou Dom Aquila.

"Escutando a voz de Jesus - disse o prelado -, observamos que no interior da autoridade estão a obediência e o amor."

Formação no seminário

Dom Aquila recomendou especial atenção à "formação do coração dos seminaristas", para "ajudá-los a receber nos seus corações os desejos de Jesus, e também prepará-los para receber, em obediência, a autoridade que Cristo lhes dará no dia da sua ordenação".

O bispo destacou quatro maneiras práticas para que os seminaristas tornem seu coração receptivo aos desejos de Jesus: ‘lectio divina', a escola de Nazaré, o sacramento da Reconciliação e a celebração diária da Eucaristia.

"O seminarista, tendo os desejos de Jesus, sente-se chamado a desejar doar-se totalmente ao Pai e à Igreja", disse ele.

E conclui: "A longo prazo, viver a autoridade pastoral de Jesus, em obediência amorosa, nos levará à Cruz, como levou o próprio Cristo, por nosso amor do Pai com o coração de Jesus".

Texto completo: www.fargodiocese.org/bishop/Homilies/GoodShepherdIPF2011.pdf
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sexta-feira, 25 de março de 2011

Tribunal europeu dá marcha ré e restaura crucifixos nas escolas públicas italianas

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, equivalente ao Supremo Tribunal Federal, reformou iníqua decisão que proíbe exibir crucifixos nas escolas públicas da Itália, noticiou a imprensa européia. 

A proibição anticristã tinha sido aprovada por unanimidade dos juízes de um tribunal de primeira instância suscitando imenso clamor popular na Itália e nos ambientes católicos do mundo todo. 

Agora, pela primeira vez uma instancia superior desse Tribunal revoga uma decisão unanime de uma alçada inferior. 

O novo acórdão é definitivo e inapelável. Ele define que afixar crucifixos nas escolas públicas não infringe a Convenção Européia dos Direitos Humanos e que a Itália agiu bem no exercício de seus poderes no ensino mantendo os crucifixos. 

A proibição foi motivada pela ideologia anticristã da Revolução Francesa sobre os direitos humanos que também inspira o PNDH-3 brasileiro. 

A reação dos católicos impressionou o Tribunal que voltou atrás numa decisão histórica.
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quinta-feira, 24 de março de 2011

O poder da prece

Durante uma tempestade que assaltou a embarcação em que ia São Luís, de partida para a cruzada, viram o rei, depois de orar, levantar-se cheio de confiança, asseverando que não aconteceria mal algum à pequena armada.

Interrogaram-no:

- Quem vos deu essa certeza?

- Lá muito longe – respondeu o santo – no meu mosteiro de Claraval estão oferecendo por nós orações e penitências. Tudo correrá bem.


Poucos são, infelizmente, os que crêem no poder da oração.
Mas como é, afinal, uma oração? É apenas um mover de lábios? Um recitar de fórmulas convencionais? Honramos a Deus com a boca, tendo bem longe d’Ele o nosso coração?

Então não nos devemos admirar de que a oração nos pareça aborrecida e árida. Rezar é conversar com Deus, é falar, em intimidade, com Ele, como o filho fala ao pai. E dizer-Lhe que O amamos; é expor-Lhe o de que precisamos. Tudo com suavidade, tudo com paz.

Rezar é avivar a nossa fé e “encostar” – na expressão do padre Faber – “os nossos lábios purificados nos ouvidos misericordiosos de Deus”! Oh! Se nós rezássemos assim, como se transformaria a nossa vida inteira!

Assim como a alma conserva a vida do corpo, a oração conserva a vida da alma.

Já São Francisco de Assis dizia:

- Nunca se devem esperar bons frutos de uma alma que não reza.

E o padre Plus deixou-nos esta sentença admirável:

- Em uma alma unida a Deus todas as ações são orações.

Fonte: Blog Almas Castelos
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quarta-feira, 23 de março de 2011

Banda do Ceu 2 - A Volta

"Depois de alguns anos sem gravar, estamos de volta!

Levamos aproximadamente 3 anos pra terminar este CD. Desde o processo de composição, até a mixagem do disco, foram muitas batalhas…

O Neto começou o rascunho das primeiras músicas ainda no estúdio de publicidade em que ele trabalhava… Entre um jingle e outro, ele gravava umas guias de batera no sequencer. Depois levava pros ensaios e mostrava pro resto da galera da banda aprovar. Assim foi até definirem andamento, tons e arranjos.

Em seguida vieram as gravações das bases. Logo depois a calaboracão dos amigos que participaram tocando teclados, fazendo backings vocals e gravando o nipe de metais… Sem esquecer claro, da ilustríssima participação do Dunga na faixa PHN.

Nosso maior desejo sempre foi marcar a volta da banda. E finalmente ela aconteceu! Agora todos vocês são nossos convidados pra curtir esse momento…

'A Volta' marca o retorno da BdC ao cenário musical, portanto 'Apreciem sem moderação' (rs)". Banda do Céu


Fonte: CD Cristão - Mega Store
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Pe. Marcelo Rossi: o nosso artista

Nascido em uma família católica de classe média de São Paulo ele foi criado no bairro de Santana, zona norte da capital, juntamente com as irmãs Monica e Marta. O pai, Antonio Rossi, trabalhou durante anos como gerente de banco, e sua mãe, Wilma, era dona de casa.

Aos 16 anos decidiu não mais frequentar a Igreja e aos 22 anos conquistou seu diploma superior na faculdade de Educação Física. Nesta mesma época sofreu um choque duplo: perdeu um primo em um acidente de carro e descobriu que sua tia tinha um tumor maligno na cabeça. Estes dois traumas familiares, que lhe causaram muita dor e sofrimento, levaram-no ao reencontro com Deus e ao retorno à Igreja. Marcelo começou a participar das atividades paroquianas e, um ano depois, inspirado em uma minissérie sobre a vida do Papa João Paulo II, decidiu dedicar-se ao sacerdócio.

Fez duas faculdades: Filosofia, pela Universidade Nossa Senhora Assunção e Teologia pela Faculdade Salesiana de Lorena. Em 1994 foi ordenado padre e desde o dia 01 de dezembro daquele ano passou a ser conhecido como Padre Marcelo Rossi.

Como sacerdote, tornou-se um fenômeno de mídia e cultura de massas no fim dos anos 1990.

É o maior fenômeno artístico cristão da América Latina com mais de 12 milhões de CDs vendidos ao longo de sua carreira.

Atualmente o sacerdote apresenta ao vivo às 6h de todos os domingos a Santa Missa em Seu Lar transmitida pela Rede Globo de televisão e pela Rede Vida todos os sábados às 15h a Missa do Santuário Mãe de Deus. Na Rede Vida também apresenta o programa Terço Bizantino e na Rádio Globo das 9h às 10h de segunda a sábado o Programa Momento de Fé - considerado por muitos comunicadores como um fenômeno de audiência do rádio moderno.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcelo_Rossi
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terça-feira, 22 de março de 2011

Show de música católica na Festa de São José

          A banda Nova Reluz e o cantor Flavinho da Canção Nova animaram os católicos que estiveram na Praça João Borrego, na noite do ultimo sábado (19/03). O show fez parte da programação religiosa da Festa de São José, ocorrida entre os dias 17 a 20 de março de 2011, na cidade de Capoeiras.
    
          No show, além das musicas católicas, o cantor Flavinho contou histórias e interagiu com público, que no sábado era formado principalmente por jovens.
    .  
 
Por Líder da Pastoral da Criança, Maria Da Paz
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Por que rezar o Terço?

Postado por Erick Sávio

O terço, ou o rosário, é uma oração de contemplação, louvor e súplica ao mesmo tempo. O papa Paulo VI ensinou que ele "tem índole comunitária, se nutre da Sagrada Escritura e gravita em torno do mistério de Cristo".

Quanto mais se invoca Maria repetindo as Ave-Marias, tanto mais se evoca o Cristo, o "bendito fruto do seu ventre".

Na medida em que o vamos rezando e contemplando, ele nos abre um "painel catequético e bíblico" da História da Salvação.

Tudo o que Jesus fez para nos dar o Reino do Pai. No caminho da oração vamos percorrendo o itinerário do discipulado junto com Maria, a discípula primeira e maior.

Os 'Pai-nossos', as 'Ave Marias' e os 'Glórias ao Pai' entrelaçam episódios importantes vividos por Jesus e Maria. Cenas de alegrias, dores, glória e vivência do Reino.

Elas nos oferecem uma visão global das etapas do Mistério Pascal desde a Encarnação até a Ressurreição, Ascensão e envio do Espírito Santo. Nas contas do terço vai desfilando também a missão que Jesus confiou a nós na Igreja.

Somos obrigados a rezar o Terço? Não. É uma devoção. Mas entre os que o rezam não haverá ninguém que ignore sua validade. Milhões e milhões de pessoas pelo mundo inteiro o rezam em todas as línguas e idades.

Feita com devoção e piedade esta prece tão excelente tem alcançado muitas graças divinas.

Por ela a Igreja superou grandes crises em sua História ao longo dos séculos: heresias, guerras, tragédias e perseguições.

Esta prece promove a vida cristã e a pastoral, iluminando a opção a ser feita em momentos de grave aflição. Depois do Pai-nosso é a oração mais conhecida e mais popular dentro da Igreja. Nenhum cristão deveria deixar de fazê-la. Rosário vem de rosa. Cada Ave Maria é uma rosa do buque a ser oferecido a Jesus e Maria.

Pe. Antonio Clayton Santanna, C.SS.R.
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segunda-feira, 21 de março de 2011

“O mistério da Quaresma” deve ser vivido intensamente (parte II)

Postado por Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha

2. A Cruz :A Quaresma é um tempo de discipulado na Via Sacra, carregar a nossa cruz para Ele, com Ele e Nele. No caminho, "decidiu" Cristo à Cidade Santa, há uma orientação consciente e firme na cruz, no deserto, após a dura batalha contra o Maligno, organizado pelo coração do Pai.

Na verdade, "aprendeu a obediência por meio daquilo que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, ele se tornou fonte de eterna salvação para todos os que lhe obedecem" (Hb 5, 9). Mais uma vez: "Se o grão de trigo que cai na terra e morre, fica ele só; se morrer, dá muito fruto" (Jo 12, 24).

Mesmo os discípulos, menos distraído pelo fervor do Senhor do público e mais íntima com Ele, agora recebe a proclamação da Paixão: "Eis que vamos para Jerusalém, e tudo o que foi escrito pelos profetas acerca do Filho do Homem será realizado. Ele será entregue aos gentios, escarnecido, insultado, cuspido, e depois de flagelá-lo, matá-lo e no terceiro dia ressuscita. " Mas eles não entenderam nada do presente, este ditado foi escondido deles e não entendia o que tinha dito "(Lc 18, 31-34). A incompreensão dos Apóstolos e, especialmente, a reação de Pedro (Mc 8, 32-33) é a insuficiência da tentação que o Senhor já enfrentou e venceu no deserto. A mesma glória, a transfiguração não é esperado que um incentivo "para preparar seus discípulos para suportar o escândalo da cruz." [4]

Assim, a Igreja, neste tempo sagrado, refletir sobre as antigas profecias da Paixão do Senhor e, em especial aqueles que se proclamam a Cristo nos dá na contemplação do Evangelho, que atinge seu ponto culminante na proclamação da Paixão do Senhor. " A Igreja recordando as palavras do Divino Mestre: "Quem não carrega a sua cruz não pode ser meu discípulo" (Lc 14, 27) segue-o, na Via Dolorosa, porque: Se morremos com Ele, também viveremos com Ele; se perseverarmos com Ele, também reinaremos com Ele "(2 Tm 2, 11). "Deposto tudo isso é um fardo e pecado que nos cercam, corramos com perseverança a carreira que está diante de nós, mantendo nossos olhos em Jesus, autor e consumador da nossa fé" (Hb 12, 1-B).

"Jesus para santificar o povo pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta. Então nós saímos, mesmo nos ir com ele, trazendo a sua vergonha, porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura "(Hb 13, 12-13). Como no deserto o povo escolhido, ferida de morte por cobras venenosas, olhando para a serpente de bronze erguida na haste através do acampamento, com vista a obter a cura de Cristo, "maldito por nós" (Dt 21, 23, 3 Gal , 13), para o povo cristão, ferida pelo pecado, ele olhou para Cristo crucificado "no deserto da Quaresma, começa a vida e a salvação eterna. De fato: "A cruz de Cristo é a nossa glória salvação e ressurreição." [5] e "Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna" (Jo 3, 14).

“A cruz, assim, domina o conjunto no tempo litúrgico da Quaresma, nós recebemos uma homenagem diária de fé, antes do “povo peregrino procissões penitenciais eo itinerário do” Caminho da Cruz “. Finalmente, como uma bandeira da vitória, é feita na sexta-feira santa adoração dos fiéis a beijar, que reconhecem que salvo pelo sangue de Cristo. "Você sabe que à custa de coisas corruptíveis, como prata e ouro, que fostes resgatados da vã maneira de viver herdado de seus pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem defeito ou mácula" (1 Pd 1 18-19).

Colaboração Bacharel em Teologia Jose Benedito Schumann Cunha 07-03-2011
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Nossa Senhora já era venerada desde o princípio do cristianismo


 

"Em 1917 a Biblioteca John Ryland, de Manchester adquiriu no Egito um pequeno papiro, cujo conteúdo foi identificado em 1939; é o texto de uma oração dirigida a Maria Santíssima invocada como Mãe de Deus, no século III. Quando em 431 o Concílio de Éfeso proclamou Maria Mãe de Deus, fez eco a uma tradição cuja origem remonta a Orígenes (243)."

ORAÇÃO MARIANA DO SÉCULO III


Em 1917 a Biblioteca John Ryland, de Manchester (Inglaterra), adquiriu no Egito um pequeno fragmento de papiro de 18 x 9,4 cm, que foi catalogado como Ryl. III, 470. Esse papiro apresenta uma oração mariana de grande importância tanto por seus dizeres como por sua data.

Examinaremos, a seguir, o conteúdo desse papiro e  sua respectiva datação.

1. O conteúdo do papiro

O texto do pequeno papiro foi publicado em 1938, sem que se tivessem até então identificado os seus dizeres. Isto só foi feito no ano seguinte por F. Mercenier: este pesquisador verificou que se tratava da oração mariana conhecida e recitada ainda hoje com as palavras iniciais “Sob a vossa proteção” (Sub tuum praesidium… em latim). Embora o texto esteve incompleto e um tanto deteriorado pelas intempéries dos séculos, o sentido das palavras pode ser depreendido com clareza e segurança.

O texto, devidamente reconstituído, diz o seguinte:

Sob a tua proteção nos refugiamos.
santa Mãe de Deus!
Não desprezeis as nossas súplicas
em nossas dificuldades;
Mas livra-nos sempre de todos os perigos,
ó Virgem gloriosa e bendita.

A oração, redigida na primeira pessoa do plural, parece ser, por isto mesmo, pertinente ao uso da Liturgia.

Comentemo-la, levando em conta as traduções da mesma existentes nas diversas tradições litúrgicas.

Uma das diferenças mais notáveis quando consideramos as versões recentes, está em que o fiel se refugiava “debaixo da misericórdia da Mãe de Deus”, ao passo que o texto latino diz praesidium (proteção). A expressão “sob a tua misericórdia” se encontra nas versões bizantina, copta e ambrosiana, ao passo que a Liturgia síria diz mais enfaticamente ainda: “sob o manto da tua misericórdia”. Por sua vez, o rito etíope diz: “sob a sombra de tuas asas”.

Alguns manuscritos latinos do século X traduzem literalmente: sub tuis visceribus, isto é, “em tuas entranhas nos refugiamos”. Nesta versão a misericórdia é comparada às entranhas de uma mãe, que em seu íntimo defende e abriga seu filho. Na verdade, o vocábulo grego eusplanchían significa boas entranhas. Como se vê, o texto original põe em relevo a confiança filial e a índole afetiva das relações entre o fiel e a Santa Mãe de Deus.

Theotókos. O título que comumente se traduz por “Mãe de Deus”, quer dizer, ao pé da letra: “Aquela que deu à luz Deus”, em latim Deipara. Este título professa que a pessoa que Maria deu à luz, é a pessoa do Filho de Deus ou a segunda Pessoa da Santíssima Trindade que quis assumir a natureza humana. Note-se que o vocábulo Theotóke é forma de vocativo; donde se depreende que a oração é dirigida à Santíssima Virgem, como expressão da grande antigüidade da devoção a Ela.

“Não deixes de considerar as nossas súplicas em nossas dificuldades”. Ao pé da letra, o fiel pede a Maria: “não afastes de nossas súplicas o teu olhar”. Basta, pois, que a Mãe de Deus esteja atenta às nossas súplicas para que estejamos seguros.

“Mas livrai-nos sempre de todos os perigos”. O texto atual desta prece menciona “os perigos”, ao passo que o papiro fala “do perigo”.  “O” perigo, por antonomásia, eram as perseguições movidas pelo Império Romano contra os católicos. O historiador Eusébio de Cesaréia (+339), em sua História da Igreja, descreve a grande crueldade das perseguições havidas no Egito. Por conseguinte, pode-se crer que as pessoas que compuzeram tal oração em tempo de perseguição, recorriam à proteção e à misericórdia da Mãe de Deus.

“Ó Virgem gloriosa e bendita”! A exclamação final afirma a virgindade de Maria Santíssima. Além da virgindade, proclama a fidelidade de Maria Imaculada à vontade de Deus.


2. O problema da datação
Os estudiosos concordam entre si ao afirmar a grande antigüidade do texto, mas oscilam entre o século III e o século IV.

O Concílio Geral de Éfeso (431), declarou que os Santos Padres “não duvidaram chamar Theotókos a Santíssima Virgem” – o que não queria dizer que a Divindade começou a existir a partir de Maria, mas que Aquele que nasceu de Maria está unido hipostaticamente ao Verbo de Deus, desde o seio materno.
Já no século IV encontramos o grande santo Atanásio, bispo de Alexandria, por volta de 340, que atribuiu algumas vezes o título Theotókos a Maria Santíssima, tanto nos seus escritos contra os arianos quanto na sua obra  A Vida de Santo Antão.

O antecessor de Santo Atanásio na sede alexandrina, Santo Alexandre, também usou tal título: numa de suas cartas afirma que o Verbo assumiu um corpo verdadeiro, e não aparente, de Maria, a Theotókos (PG 18, 568c).

Em 300 foi eleito Bispo de Alexandria Pedro I: ao referir-se ao mistério da Encarnação, chama duas vezes Maria Theotókos (PG 18, 517b). Nenhum deles, Pedro I, Santo Alexandre e Santo Atanásio, sentiram necessidade de justificar ou explicar o titulo, o que mostra que já era amplamente conhecido e aceito tranqüilamente pelos católicos em geral.

Entrando agora no século III, notemos que o mártir alexandrino Piero (+300) cognominado Orígenes Júnior, escreveu um tratado sobre a Theotókos (Peri tes Theotókou), como refere Filipe de Side.

Recuando mais ainda, registra-se uma observação do historiador Sócrates, o Escolástico, na sua História da Igreja: afirma que Orígenes de Alexandria (+254) no início do seu comentário sobre a epístola aos Romanos (redigido por volta de 243), elaborou ampla explicação do sentido que tem o termo Theotókos.

Encontram-se ainda outras afirmações de Orígenes, em suas homilias sobre São Lucas, que sugerem tenha Orígenes, já na primeira metade do século III, chamado Maria Santíssima de  Theotókos.

Este título ocorre outrossim na obra As Bênçãos dos Patriarcas, de Hipólito de Roma (+235), que pode datar de fins do século.

Como quer que seja, pode-se reconstituir a série de autores alexandrinos que aplicam à Nossa Senhora a designação de Theotókos: Orígenes, Piero, Pedro I, Alexandre e Atanásio; tal série vai de 243 a 340, evidenciando a antigüidade da invocação.

Estes dados de literatura patrística são assaz significativos para que se possa considerar essa oração como existindo já no século III. O que testemunha que a devoção à Nossa Senhora como Mãe de Deus vem desde o início do cristinianismo.

Fonte: Associação Devotos de Fátima
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“O mistério da Quaresma” deve ser vivido intensamente (parte I)

Postado por Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha

Cada cristão e cristã são convidados para fazer a caminhada com Cristo, o servo sofredor de javé, que assumiu as nossas dores e pecados para a nossa salvação e libertação. O amor de Deus é muito grande a todos. Por que não aderir a Cristo e aceitar as suas propostas que são de vida. Nada pode atrapalhar a nossa vida se houver um propósito firme de mudança para melhor. Os muros da discórdia, da do desamor e da falta de partilha são quebrados para ficarem no seus lugares o amor que constrói vidas, partilha que nos ajudam a sermos mais irmãos e irmãs a convivência fraterna com todos;

Publicamos a reflexão de Dom Henrique Finotti - Pároco de S. Maria del Carmine, em Rovereto (TN) - retirado do livro "O ano litúrgico. Mistério e Celebração Grace "(Editora Vida Trentina, 2000).

A Quaresma é uma celebração do mistério de que a "viagem" que o Senhor realizado "com a decisão" a Jerusalém, indo até a "montanha sagrada de sua Páscoa." "Enquanto ele fazia os dias quando ele foi levado, foi muito na direção de Jerusalém" (Lc 9, 51). Esta viagem é realçada pela música da liturgia das Vésperas na sua antífona segundo no primeiro domingo da Quaresma: "Agora nós subimos a Jerusalém: será cumprida no Filho do homem ,as palavras dos profetas. "Este mistério é celebrado no tempo e no conteúdo dos "quarenta dias", prefigurada no Antigo Testamento, [1], o próprio Senhor quem já viveu no deserto, no início de sua vida pública, onde ele antecipou que luta e que a vitória, o que, no "agora" que vem da sua paixão gloriosa, será integral e definitiva. É por isso que "a jornada anual de penitência da Quaresma é um tempo de graça, durante o qual você subir ao monte santo da Páscoa." [2]

Há três realidades que dominam o cenário da Quaresma: Batismo, Penitência, Cruz. O lecionário para férias Quaresma expressa essas três áreas, respectivamente, em A. B. C.

1. Batismo: A Quaresma é um tempo privilegiado de ouvir "a voz do Pai" por "seu Filho amado" em um anúncio intensa da Palavra de Deus, a redescobrir ea adesão renovada ao batismo, que é nosso "ser cristão".

O Senhor, nos retiros e no deserto, para uma audição prolongada e em obediência total ao Pai, que está agora a escuta e obediência é realizado, de forma determinada, o caminho para a Páscoa. Os discípulos ouviram ao Pai.Os discípulos, agora longe das multidões chegam da Galiléia, são conduzidos pelo maestro a contemplar a vontade do Pai em toda a sua verdade, e os três anúncios da paixão e, sobretudo, a "montanha sagrada" em que o Pai proclama convite Majesty's para ouvir o seu "amado filho" e siga o mistério da sua morte e ressurreição, que foi confirmado por testemunhas selecionadas Moisés e Elias aparecem na glória. "

O Evangelho de "transfiguração" é sempre proclamou, segundo a antiga tradição, no segundo domingo da Quaresma, a iluminar o mistério da Cruz de glória e de fazer um flash na austeridade da Quaresma, antes da Páscoa luz da ressurreição.Em vista desses grandes eventos, a Igreja, no tempo sagrado da Quaresma, abre seus filhos nas páginas da Escritura com a abundância e convida você para ouvir a Palavra de Deus com grande empenho e apoiar os catecúmenos no momento importante da última grande catequese antes de os sacramentos pascais, e preparar todas as pessoas a renovarem os seus votos de batismo com vividamente a noite antes da Páscoa, o objetivo do nosso itinerário quaresmal.Quaresma é um tempo de tão grande clima na catequese litúrgica e sacramental, é a fé anual da escola. Na verdade, a composição do Lecionário da Missa, e de férias e trabalho, é extremamente precisa e ricos para dar à comunidade cristã um programa rico e concentrado de catequese, que se expressa principalmente na homilia aos domingos e dias de semana, e que é novamente prorrogada e complementar a celebração de uma semana "estacional". Quaresma é também o "catecumenato" é a expressão mais intensa e típica, com os ritos da "eleição", com "cédulas", a "extradição" e à proclamação das páginas muito sobre a iniciação dos sacramentos.

"Toda a iniciação cristã tem um caráter pascal, desde a primeira participação sacramental na morte e ressurreição de Cristo. Para esta Quaresma tem de chegar a toda a sua força como um tempo de purificação e iluminação, especialmente através da "eleições" e "entrega'...".[ 3] O rito de palavras catecumenal "Efatá" Open "(Mc 7, 34b) para toda a Igreja invoca a graça de ouvir que inspira nos corações dos fiéis, a invocação do profeta bíblico Samuel:" Fala, Senhor, por que o teu servo escuta "(1 Samuel, 3, 9) e fundou a esperança de que, como o antigo profeta, mesmo para nós a Palavra de Deus para alcançar a plena aceitação e fertilidade: "Samuel não deixá-lo ir para esvaziar uma de suas palavras" (1 Sm 3, 19).

Colaboração Bacharel em Teologia Jose Benedito Schumann Cunha 07-03-2011
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domingo, 20 de março de 2011

EAD Século 21 - Espiritualidade


Parceria: Portal Católico e TV Século 21
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Nossa Senhora e a Conversão da Rússia

Entrevista com o Pe. Erich Fink

ROMA, domingo, 13 de março de 2011 (ZENIT.org) - A conversão da Rússia é o sonho do padre Erich Fink desde que ele trabalhava na lavoura, na Alemanha, aos 10 anos de idade.

Agora sacerdote, trabalhando pastoralmente em Berezniki, na Rússia oeste-central, ele explica nesta entrevista que o chamado de Nossa Senhora de Fátima a rezar pela conversão da Rússia continua valendo.

Padre, a Rússia foi o seu sonho de infância. Por quê?

Padre Fink: Eu acredito que foi um chamado de Nossa Senhora de Fátima. Eu conhecia um pouco sobre a Rússia por causa do meu pai. Ele ficou na Rússia sete anos quando era jovem, durante a guerra, três como soldado e quatro como prisioneiro. Ele falava com muito carinho dos russos. Falava das mulheres russas que jogavam pão para os presos, por cima dos muros, sabendo que era ilegal e que podia dar pena de morte. Depois ele voltou para a Alemanha e casou com a minha mãe.

Nós sofremos muito naqueles anos. Procurávamos ajudar a família naquelas dificuldades e descobrimos a oração de Fátima. Nossa Senhora prometeu aliviar os problemas das famílias, então começamos a rezar o terço. Foi naquela época que a mensagem ficou clara para mim. A paz do mundo dependia da conversão da Rússia. Então eu resolvi que queria trabalhar na Rússia.

Que idade o senhor tinha?

Padre Fink: Eu tinha dez anos. Em cinco anos eu soube claramente que queria ser padre. E já naquela época eu queria ir para a Rússia, ajudar nessa conversão.

Houve alguma pessoa em particular que inspirasse o senhor a isso?

Padre Fink: Nenhuma pessoa me inspirou. Eu me lembro que estava na granja dos meus pais e tive essa inspiração, e soube que, alguma hora, eu ia virar padre. E o desejo de ir para a Rússia era muito forte. Eu aproveitei todas as possibilidades para isso. Escutei que Tatiana Goricheva ia vir para a Alemanha, fui atrás e me encontrei com ela...

Tatiana Goricheva era uma dissidente lituana que ficou presa durante muitos anos e contava a história da conversão dela...

Padre Fink: Isso. Ela era uma filósofa ateia e se converteu. Aí começou a pregar e dar testemunho da fé recém-encontrada. Por isso é que ela foi presa e exilada. Eu me encontrei com ela e falei que queria trabalhar na Rússia, como padre. Ela me disse: "Não é muito realista e, no decurso da sua vida, a Rússia não vai mudar".

Qual foi o seu maior desafio quando chegou a Berezniki?

Padre Fink: A língua! Eu só sabia o alfabeto e nenhuma frase!

E os desafios de trabalhar na Rússia?

Padre Fink: Da manhã até cair a tarde as pessoas vêm até mim para pedir ajuda espiritual e material. Mas eu tenho que decidir, toda vez, como ajudar, e pergunto para mim mesmo: "Isso é um desejo sincero de ajuda espiritual? Qual é a forma apropriada de dar assistência social?". Também tenho que ajudar as pessoas a se tornarem independentes para tomar suas decisões, encontrar suas próprias soluções para melhorar de vida. Esses são os grandes desafios.

E o maior desafio da Igreja Católica na Rússia, qual é?

Padre Fink: Nós temos que dar testemunho da dignidade divina de toda pessoa humana. Esta é a maior necessidade na Rússia. Temos muitos problemas: alcoolismo, consumo de drogas, crianças de rua. Toda pessoa tem uma dignidade divina. Essa dignidade pode ser nutrida de uma postura holística, que não implique só ação social, mas também alimento espiritual. A Igreja Católica tem a possibilidade de fazer isso. A Igreja Ortodoxa tem menos experiência na ação social, e nós, católicos, podemos ajudar. Mas temos que entender a mentalidade russa para dar a ajuda apropriada e, ao mesmo tempo, entender e amar a Igreja Ortodoxa. Temos que entender que nós somos hóspedes, e que a conversão e a renovação da fé só podem acontecer através e na Igreja Ortodoxa. Para ajudar a Igreja Ortodoxa, precisamos entender a Igreja.

Se o senhor tivesse que lançar um apelo aos católicos, o que pediria a eles?

Padre Fink: O meu pedido é que eles compreendam a Rússia. Eu noto, na Europa e no Ocidente, que existem muitas dúvidas. "Não é um sistema democrático", essas coisas. Isso não ajuda. A Rússia precisa ser um país forte para resolver os seus problemas e está no caminho. A Rússia precisa da ajuda moral de todos os fiéis e precisa que eles se alegrem com os seus progressos. Mas não precisamos só de compreensão, precisamos de orações. Em Fátima, quando Nossa Senhora pediu que todos os católicos rezassem pela conversão da Rússia, nós sabíamos que o comunismo estava acabado. Muitos acham agora que não é mais necessário continuar rezando pela Rússia. É sim, as orações e o apoio espiritual são mais necessários agora do que nunca, porque a Rússia, só agora, está começando a se converter. Ela ainda não está convertida.

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Esta entrevista foi realizada por Mark Riedemann para "Deus chora na Terra", um programa rádio-televisivo semanal produzido por Catholic Radio and Television Network (CRTN), em colaboração com a organização católica Ajuda à Igreja que Sofre.

Mais informação em
www.aisbrasil.org.br,
www.fundacao-ais.pt.

Fonte: Zenit
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sábado, 19 de março de 2011

CD VASO DE BARRO, da cantora católica Alessandra Salles

 Conheça um pouco mais do trabalho de Alessandra Salles
 e ouça algumas canções do CD no site
CD Vaso de Barro - Alessandra Salles

Membro da Missão Mundo Novo, Alessandra lança seu 1º cd, fruto de uma história de mais de dez anos de dedicação a Deus e à Igreja através da música.

Com produção musical de Adelso Freire, arranjos e melodias envolventes, lindas mensagens de amor em belas composições e uma primorosa apresentação visual, o CD Vaso de Barro é um dos grandes lançamentos da música católica em 2011. As músicas são cheias de unção, algumas com melodia mais dançante, outras mais no estilo das baladas pops que o público cristão tanto admira. 

Um dos grandes destaques do CD é a música Chegou a unção, de autoria de Walmir Alencar e com participação do Ministério Adoração e Vida, em uma interpretação belíssima e cheia da presença de Deus.

Várias canções são de autoria da própria cantora (A cada manhã, Tu és o meu tesouro, Deus decide, Usa-me, Intercessora fiel e Perdoado estás), mas o CD conta também com músicas de Adelso Freire (Vaso de Barro, título do trabalho), Jorge Mongó (Grande Graça – uma belíssima música litúrgica para o momento de comunhão) e duas canções de Anderson Freire (Com excelência e Perfeição).

Além disso, duas grandes regravações trazem um valor especial ao projeto. Uma delas é a canção DEUS É MAIOR, de Cícero de Jesus. Canção já conhecida no público católico e que recebeu novos arranjos, nova interpretação e a mesma unção que lhe é peculiar. E a outra canção NAS ASAS DO SENHOR, de autoria de Eros Biondini, foi regravada de uma forma muito especial: ao vivo na comunidade MUNDO NOVO, em Belo Horizonte e com participação do próprio autor, que é também o fundador desta obra. Um momento de oração registrado como canção!

Deixe-se moldar. Deixe-se abençoar. Permita-se ser VASO DE BARRO nas mãos do Grande Oleiro. Experimente esta graça! 

Fonte: Dom Maior Produções e Eventos - Rua Madre de Deus, 355 - Serrano - Belo Horizonte - Minas Gerais - 30.882-620
contato@dommaior.com.br
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