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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Maria na Bíblia

Não se pode perder a oportunidade para se refletir sobre Maria, mãe de Jesus Cristo, também conhecida como Nossa Senhora Aparecida. Maria tornou-se nossa mãe e senhora aos pés da cruz pelo próprio Cristo: “Mulher eis o teu filho! Depois disse ao discípulo amado (João): Eis a tua mãe!” (João 19, 25-26). Segundo os estudiosos, o caráter escriturístico e singular do apelativo “mulher” significa que o evangelista vê aqui um ato que transcende a simples piedade filial: a proclamação da maternidade espiritual de Maria, a nova Eva, sobre os fiéis, representados pelo discípulo bem-amado.

De Maria fala-se pouco, mas esse pouco é eloqüente. A começar da Anunciação. Ignoram muitos cristãos (ou que se consideram cristãos) a origem da oração “Ave Maria”, pensam muitos que é invenção dos católicos, mas se observarmos a Bíblia veremos que foi o anjo Gabriel quem saudou: “Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco”. Muitos tradutores preferem “alegra-te” ao invés de “Ave”, pois é um apelo à alegria messiânica, eco do convite dos profetas à Filha de Sião e motivado, como ele, pela vinda de Deus em meio a seu povo, conforme Isaías 12,6, Sofonias 3,14-15, Joel 2,21-27 e Zacarias 2,14 e 9,9.

E foi Isabel quem, inspirada pelo Espírito Santo, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre!” conforme Lucas 1,41-42 e como vemos a seguir, em 1,48-49 é a própria Maria quem profetiza: “Doravante todas gerações me chamarão bem- aventurada (feliz), pois o Todo-Poderoso fez grandes coisas em meu favor!”

Você faz parte da geração que reconhece a importância de Maria? Não? Pois saiba que não se deve amar Maria por ela ser apenas a mãe de Cristo (cf. Lc 8,19-21: “quem são minha mãe e meus irmãos?”), mas por ouvir e viver a palavra de Deus.

E o primeiro milagre de Jesus aconteceu por intercessão de Maria em um casamento em Caná da Galiléia (João 2,1-12). E aqui vemos algumas coincidências interessantes. Maria está presente em seu primeiro milagre, a conversão da água para o vinho, e novamente na crucifixão. Nas bodas de Caná, também Jesus chama aqui sua mãe de “mulher”, uma reminiscência de Gênesis 3,15.20, ou seja, Maria é a nova Eva. E “minha hora ainda não chegou”, pois a “hora” de Jesus é a da glorificação, de sua volta à direita do Pai. O milagre conseguido por Maria será seu anúncio simbólico.

Maria se fez presente em muitas ocasiões. Após a morte e ressurreição de Jesus, Maria se fazia presente nas orações (Atos 1,14). O que reforça a tese que Maria, além de conhecer as Escrituras profundamente (cf. o Magnificat de Lc 1,46-55), era devota a oração e ao silêncio, à contemplação.

Jesus, através de Maria, eleva a situação da mulher, muito inferior na época, colocando-a em uma posição de destaque e participação ativa, mostrando-nos uma pessoa exemplar que deve ser imitada por todos nós.

Mario Eugenio Saturno,Caixa Postal 515,CEP12201-970 – São José dos Campos / SP,Telefone: (012) 3945-6622,Celular: (017) 9775-2971

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