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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Festival de Mostra Católica em Portugal

Nossos irmãozinhos da Paróquia de São Sebastião - Setúbal, Portugal, nos presenteia com o vídeo de um Festival de Mostra de Bandas Católicas, com a canção vencedora de 2007. Aconteceu na Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense em 2 de Junho de 2007. Uma Produção Net Rádio Católica.



Conheça a história da Paróquia de São Sebastião

Século XVII

1640
Setúbal é rodeada por uma nova linha de muralhas que inclui não só o antigo núcleo medieval da vila, mas também as freguesias de São Sebastião e da Anunciada criadas no séc. XVI.

1655
É inaugurado o Colégio da Companhia de Jesus que toma o nome do patrono da povoação, São Francisco Xavier. Em 1566/1568 havia já sido fundado o Convento de São Domingos (Convento de São Sebastião), da ordem dos Dominicanos, no arrabalde de Palhais.


Século XVIII

1700
É edificado o Convento da Nossa Senhora da Boa Hora, mais conhecido por Convento dos “Grilos”, da Ordem Reformada dos Pés Descalços de Santo Agostinho. Esta seria a última casa religiosa a ser edificada em Setúbal.

1755
O terremoto que destrói Lisboa faz-se sentir também em Setúbal, provocando a morte de cerca de duas mil pessoas e a derrocada de vários edifícios. A Ermida de São Sebastião, sede da paróquia homónima, sofre elevados estragos. Situadas na parte baixa de Setúbal, as Fontaínhas, em São Sebastião, Santa Maria, São Julião e a Anunciada foram as zonas mais afetadas pela catástrofe.

1758
Por ordem do Marquês de Pombal, o Padre Manoel Pereira de Carvalho, responsável por São Sebastião, efectua um inquérito para averiguar os estragos causados pelo terremoto na área da paróquia. Segundo o levantamento efetuado, a Paróquia de São Sebastião contava, à data, com 4658 pessoas, sendo que os seus limites se estendiam às seguintes sesmarias: Santo Ouvido, Mitrena, Coutada de Santa Catarina, Sobralinho, Gâmbia e Tróia.


Século XIX

1849 a 1857
Devido aos estragos que sofrera durante o terremoto de 1755, a Ermida de São Sebastião é demolida. Entretanto o pequeno templo deixara já de ser a sede da paróquia de São Sebastião. Esta havia sido transferida para a Igreja da Boa Hora (“Grilos”). Aí permaneceria até 1835, altura em que foi deslocada para aquela que é ainda hoje a sua sede, a igreja do extinto Convento de São Domingos ou Igreja de São Sebastião.

1860
Setúbal é elevada a cidade. Se na primeira metade do século XIX a povoação viveu períodos muito conturbados – invasões francesas; guerra liberal; expulsão das ordens religiosas em 1834 –, Setúbal era nesta altura, devido à sua excelente posição geográfica, um importante pólo comercial. A cidade crescia não só em número de edifícios como de pessoas. São Sebastião torna-se então na segunda freguesia mais populosa, apenas ultrapassada pela Anunciada. Em 1890, a freguesia sebastianina contava com 5410 habitantes, a maior parte dos quais trabalhava na promissora indústria pesqueira. Sendo a paróquia mais rural da cidade, muitos dos seus paroquianos dedicavam-se ainda à pesca e ao trabalho agrícola.

Últimas décadas do século XIX
Com a inauguração, em 1861, da via férrea entre Lisboa e Setúbal, a cidade sadina atrai até si inúmeras pessoas vindas do meio rural que ali se deslocam à procura de emprego na indústria das conservas. É também nesta altura que começam a chegar a Setúbal os primeiros varinos. Tratava-se de ex-pescadores da ria de Aveiro, grande parte deles originários da Murtosa, que se instalam nas Fontaínhas, a zona ribeirinha de São Sebastião. Mantendo as suas tradições e costumes, a comunidade varina de São Sebastião trouxe a toda a paróquia uma nova dinâmica.

Século XX

1911 a 1920
A indústria conserveira floresce em Setúbal e as fábricas multiplicam-se, empregando cerca de dez mil operários. Em 1922, das 289 unidades de fabrico de conservas existentes em Portugal, 130 estavam localizadas em Setúbal.

Década de 20
A rápida expansão da indústria de conservas incentivou o surgimento de outras indústrias subsidiárias como a latoaria, a caixotaria e a litografia, bem como o desenvolvimento do comércio. Ao crescimento econômico correspondeu um crescimento demográfico, aspecto particularmente notório na freguesia de São Sebastião: de 6577 habitantes em 1900, São Sebastião passa a 14 222 apenas em 20 anos. É durante este período que se assiste à construção do Bairro de Santos Nicolau e do Bairro da Monarquina. Mais tarde, na década de 40, é a vez do Bairro da Conceição e do Bairro Afonso Costa (antigo Bairro Carmona).

Década de 60
Na sequência dos esforços de diversificação e modernização industrial que vinham a ser realizados desde a década de 40, o tecido empresarial decide apostar no concelho de Setúbal. Começam então a implantar-se na região a indústria automóvel, a construção naval, a produção de cimento e de papel, as indústrias metalúrgicas, electro-metalúrgicas, a metalomecânica, a cerâmica, entre outras.
Locais como a Mitrena, as Praias do Sado, Curvas, Manteigadas e Estrada do Alentejo – todos eles na área geográfica de São Sebastião – são os escolhidos para implantar as grandes unidades industriais. Talvez por isso, São Sebastião conhece uma verdadeira explosão demográfica: em 1970, a freguesia tinha 29 486 habitantes; seis anos passados, eram já 42 250.

Últimas décadas do século XX
O crescimento demográfico verificado na cidade conduz à criação, em 1985, da Diocese de Setúbal. Na freguesia de São Sebastião o aumento populacional teve como consequência a criação de novas paróquias, de forma a dar melhor resposta às necessidades dos crentes. Assim sendo, a 27 de Setembro de 1969 era criado o Vicariato da Nossa Senhora da Conceição, depois designado por Paróquia de São José. Treze anos mais tarde nascia o Vicariato Paroquial da Nossa Senhora de Fátima (quase Paróquia de Nossa Senhora de Fátima) no Faralhão e Praias do Sado. Por fim, a 13 de Maio e a 13 de Outubro de 1996 eram criadas respectivamente as quase paróquias de Nossa Senhora da Conceição e do Coração de Maria.

Século XXI

2003
A Paróquia de São Sebastião celebra 450 anos. Entre as actividades de celebração do aniversário destaca-se a edição do livro “Paróquia e Igreja de São Sebastião de Setúbal – História e Arte”, que procura dar a conhecer a história da Paróquia, bem como o património artístico da Igreja de São Sebastião.



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